14 de dez de 2009

Futebol, a dança do diabo


Sei que é plágio, pois o título é do livro de um grande jogador e amigo do passado chamado Francisco José Sarno, lateral que jogou no Palmeiras e no Santos e terminou como um autêntico técnico das Arábias, a quem faço neste ato a minha reverência. Hoje, Sarno amarga a perseguição deste alemão chato, o tal de Alzheimer que vive fustigando a nós, os velhinhos.

Pois bem, seu livro editado nos anos 70, narra fatos sobre os bastidores do mundo do futebol que nada foge aos dias de hoje. A grande realidade é que ainda hoje persistem os desmandos por ele delatados num passado não muito remoto, mas apenas com nova roupagem. Vestes estas que no presente com mais bordados, miçangas, lantejoulas, enfim todos os aparatos de gala,só que revestidos de muito “ouro”.

Ufa!! Que alívio...


Com certeza, deve ter sido o suspiro do Marcelo Teixeira quando do resultado das urnas.

Chega! Marcelo já não agüentava mais ter que enfrentar as tresloucadas aventuras do Luxemburgo, ser refém do Fábio Costa, carregar o peso em ouro de um Fabão, tourear as manhas de um Hitler, ter que responder a cada final de mês a uma folha de pagamento das mais altas de qualquer outro clube brasileiro, e ainda por cima driblar a mais árdua tarefa advinda do assédio de procuradores, empresários, grupos de investidores, enfim aquela horda criada pela Lei Pelé, a qual me referi quando da minha crônica “Mea culpa coletiva”.



(ler a matéria completa clicando aqui)







Os vendilhões de final de campeonato


Isto me faz lembrar quando se aproxima as eleições de qualquer câmara parlamentar, onde os chamados pelegos se ouriçam às portas dos partidos para ganharem um troco se candidatando a uma, é claro, ilógica e irreal vaga com o único interesse de somar votos para a legenda. São os chamados “rabos de chapa”.

E, infelizmente, acontece quase o mesmo quando um campeonato de futebol chega a sua reta final. Portanto, aqueles clubes que não chegarão a lugar algum, aguardam ansiosamente as tão requisitadas “malas coloridas”, para levantarem uma graninha extra, ou até mesmo para salvaguardar uma provável situação financeira caótica.

Esta situação ficou notória nas duas últimas partidas entre do Goiás, contra o Flamengo e o São Paulo, que por sinal possui um ótimo elenco, tanto que permaneceu todo o primeiro turno no G-4 e, coincidentemente ou não (leia mais aqui)

21 de nov de 2009

Mea culpa coletiva

Chegamos próximos ao final do Campeonato Brasileiro 2009 e aqueles que investiram muito sofrerão as agruras do insucesso, principalmente, é lógico, os times considerados grandes, os pertencentes ao Grupo dos Treze.

Loucuras mil foram praticadas por dirigentes que, na ânsia de se sustentar no poder, e também responder às necessidades emergentes que um clube grande exige, deixaram situações administrativas verdadeiramente embaraçosas. Em virtude disso, as chamadas oposições, em alguns casos “os do contra”, se manifestam com promessas e mais promessas e muitas vezes sob o manto da hipocrisia, aliás, praxe em qualquer ambiente político, acabam iludindo aquele torcedor mais fanático.

(ler a crônica na íntegra clicando aqui)

16 de nov de 2009

Monografia da vida


Deveríamos criar para os velhos, após completar 70 anos, os mesmos critérios que adotados para os recém formados em faculdades. Seria o mesmo que defender uma tese, que nada mais é do que desenvolver algo sobre tudo aquilo que se aprendeu durante o curso. E, para nós velhos, a mesma coisa sobre o curso da vida e, para tal já me prontifiquei a defender minha tese. Parido que fui pelos anos 40 e, já com percepção dos idos 50, isto quer dizer de Getúlio Vargas para cá, vi e revi acontecimentos políticos.

Filé de borboleta salva o Santos


O pior é que vou ter que escutar: “Viram! Preparei o garoto”.


Eu sei que ele terá seu mérito, mas sabemos que um percentual bem mais elevado é inato do menino, portanto, é questão somente de tempo. Não sei se a maioria das pessoas sabe, mas o Neymar iniciou no profissional com apenas 17 anos, dois anos antes do Robinho que foi lançado aos 19 anos. O Santos com certeza colherá bons frutos com ele.

Quanto a briga pelo título é quase imprevisível dar um palpite a uma altura dessas. Será de fato uma final eletrizante, talvez nunca antes acontecido. O nível dos cinco pretendentes se equivale, e até mesmo um sexto, que seria o Cruzeiro, estaria no páreo.

Desta vez quem sairá lucrando serão os torcedores, que de casa cheia, como há muito não acontecia, darão bastante adrenalina para o campeonato, além é óbvio de encher os cofres dos patrocinadores. E, se foi assim “dirigido”, parabéns para os mandatários.

Abraços do Gigi

30 de out de 2009

Guardião da várzea

Bonita entrevista do meu amigo Jair Siqueira, outro colaborador emérito para o projeto Museu da Várzea Santista.


Sua coleção de acervos já remonta de alguns anos e fez jus à reportagem do jornal A Tribuna, nesta última segunda feira. Realmente merecedor de elogios pelo belo trabalho que vem desenvolvendo em prol da memória da nossa várzea.

De fato, ninguém melhor do que ele, por ter vivido no ambiente do futebol varzeano, para se tornar com mérito o nosso guardião.

Espero, tanto quanto ele, armazenar o máximo de informação, para num futuro que espero seja breve, possamos conseguir um espaço público para a fundação de um museu permanente.

Portanto, parabéns pelo reconhecimento ao seu trabalho, pois, como faço paralelamente o mesmo trabalho, sei o quanto é ardoroso, não só pela sua execução, como também pela expectativa da colaboração e da boa vontade do pessoal da antiga.

Na verdade, por fazermos isso por hobby, e como não divulgamos adequadamente, talvez seja este o motivo pelo qual a turma ainda não tenha correspondido.

Que fique bem clara a nossa preocupação de querer preservar a memória da nossa querida várzea, a qual tem sido um celeiro inesgotável de maravilhosos jogadores.

Acredito em breve estar reunindo os velhos cardeais para que definitivamente fique gravada na mente de todos a intenção desta proposta.

Abraços do Gigi

Partilha do Bocado II - Tá no Sangue

Tenho plena consciência de que a corrupção é um mal da humanidade desde os primórdios, como assim relata a sua própria história.

Outro dia, saboreando o vasto conhecimento cultural do meu amigo Giorgio, e eu de canudinho na sua sapiente jugular, falávamos sobre história quando ele me explicou que, durante o governo de Roma existiu um personagem que se denominava por “Sequestri – Sequestrus”, o qual, oficialmente, guardava como fiel depositário o fruto da negociata entre o corruptor e o corrupto, liberando a respectiva quantia assim que fosse definida a transação.

Redigi a primeira matéria logo em seguida ao acontecimento em que o Brasil, ou melhor, a cidade do Rio de Janeiro havia sido escolhida para sede dos Jogos Olímpicos de 2016 e, já havia naquela ocasião externado minha preocupação quanto a manipulação de toda dinheirama para a sua realização.

O mais interessante é que até hoje milhares de observadores, curiosos, especialistas e toda crônica em geral, também se manifestaram a respeito demonstrando, de forma unânime, a mesma preocupação no controle dos gastos. Isto quer dizer que é um problema endêmico, está no sangue do nosso povo. Só falta cometer o absurdo de nomear o órgão controlador e fiscalizador de “Comitê de Seqüestro”. Assim, pelo menos não haveríamos de nos preocupar já sabedores da existência de um over oficial.

Apenas para rememorar, o PAN 2007 orçado em R$ 300 milhões, acabou em R$ 1 bilhão e 200 milhões. Portanto, se imaginarmos um percentual de superfaturamento em torno de 15%, e como já foi estipulado previamente um gasto de R$ 30 bilhões...”é grana prá dedéu”.

Que façam bom proveito, e vamos que vamos...

Abraços do Gigi



A sindrome da camisa 10

No passado, antes da Era Pelé, a camisa de maior relevância era a de número 8, considerada por quem a vestia, de cérebro do time, aquele que armava todas as jogadas e comandava o elenco em campo. Com o surgimento de Pelé, este magicamente por sua genialiade, acabou imortalizando a camisa de número 10, expressando assim, uma máxima a tudo que se refere a futebol.
Através dos tempos, muitos outros surgiram e abrilhantaram ainda mais como: Platini, Zico, Zidane, Maradona etc. etc. etc., mas, sempre com respeito à Sua Majestade, nunca deixando de fazer reverência ao verdadeiro e único criador.

Lembro-me bem quando os garotos, ao se apresentarem para as chamadas peneiras, respondiam a pergunta clássica do formador: “Qual a sua posição?”. E, invariavelmente, respondiam: “Sou armador, camisa 8”. Conseqüentemente, dos pretensos gênios, surgiam excelentes laterais, médios, atacantes e até mesmo goleiros.

Um fato curioso do meu passado foi quando o jogador Ademir da Guia, filho daquele que já recebia um apelido majestoso, e que também por sua técnica e habilidade apurada iniciou com a camisa 8, acabou por se notabilizar quando vestiu a camisa 10 herdando o mesmo apelido de seu pai, Domingos da Guia – “O Divino”.

Mas, o que me entristece é ver hoje em dia a banalidade com que os treinadores encaram este fato histórico, distribuindo a camisa sagrada a qualquer jogador sem um mínimo de técnica.

Embora reconheça tal valor, sempre fui contra a idéia maluca de alguns fanáticos torcedores de querer preservar a memória daqueles monstros sagrados que a envergaram, pedindo assim a sua exclusão. No entanto, tenho repentes, pelo que vejo, principalmente, no Santos F.C., de ser solidário àquela minoria.

Abraços do Gigi

8 de out de 2009

Partilha do bocado


A expectativa de ressuscitar um passado de glória se faz premente pela bem vinda Olimpíada do Rio de Janeiro, cidade cantada em verso e prosa por todos os poetas. Embora santista, vivi intensamente aqueles anos privilegiados, os chamados Anos Dourados da década de 60, onde existia além de sua plástica um povo reconhecidamente “carioca”. Este, na verdade, já perdeu todo o seu encanto e ginga, mas o que restou é inegavelmente uma cidade com um panorama dos mais bonitos do Brasil, e quiçá do mundo.

Mas, como a esperança é sempre a última que morre, estou torcendo para que volte a alma risonha, o espírito malevolente, o jeito malandro e bonachão do povo carioca. Assim disse bem aquele que invejo, sobremaneira, na sua capacidade plena de saber retratar um passado em que tivemos a alegria de viver, o Arnaldo Jabor em sua crônica: “ O Carioca vai renascer”. E, como ele próprio diz, fazendo de suas palavras as minhas: “se pegarmos leve na partilha do bocado, poderemos alcançar esse tão sonhado renascer”.


Abraços do Gigi

28 de set de 2009

C.E.T


Já não basta ter que aturar o meu time de coração, o Santos Futebol clube, que está numa draga danada andando só contramão, ainda tenho que agüentar esses desmandos e despropósitos de nossa administração municipal.

Nunca o governo foi tão feliz na escolha de uma sigla como esta que, aliás, ficaria bem melhor se assim fosse...”Contribuição para Engenharia de Tráfego de Influências” – C E T I

Nós, humildes contribuintes, por toda transparência que vaza deste governo, e por tudo que a mídia divulga, acabamos por entender para que serve esta instituição, assim como outras tantas existentes. Não resta a menor duvida de que, pelo quadro financeiro deficitário, se presta apenas para atender ambas as casas naquilo que se conhece nos bastidores da política como “poder de barganha”, na farta distribuição de cargos e comissões.

É óbvio não contestar sua finalidade, mesmo porque reconheço da necessidade premente de se aprimorar o sistema viário. Portanto, devido ao inchaço de uma folha astronômica, o porquê da excelência de abusos quanto ao usuário do sistema. Quando próximo ao final de cada mês, é notório no período de “ajuste de caixa”, um exército de agentes que saem nas ruas postando-se em pontos estratégicos como verdadeiras aves de rapina, ávidos pela sua presa, entenda-se “infratores”. Tal postura seria mais adequada mostrando-se presentes, assumindo assim um caráter inibitório, fiscalizador, orientador e, principalmente, organizador da fluidez do transito.

O absurdo mais recente foi colocar uma placa de aviso de radar na Avenida Rangel Pestana, logo após o cruzamento com a Avenida Ana Costa, onde o fluxo de trânsito é bem maior e, pela sua péssima localização, torna-se quase impossível a sua observação de quem advém daquela via. Radar que, com certeza, deve ter sido o maior arrecadador do sistema e até agora, talvez na conveniência, nada se fez.


Êta, turminha de engenheiros fiéis à captação de numerário aos cofres públicos.

Carlos Alberto Mano Prieto, e acredito mais de "trocentos" subscritores.

22 de set de 2009

Caiu a ficha: é fim de linha mesmo.

Lá venho eu com as minhas lamúrias de torcedor apaixonado e fanático, para desacreditar de vez na chegada do Santos F.C. ao G4. Embora saiba que todos os times se nivelam por baixo, haja vista os resultados desta última rodada, Inter, São Paulo e Corinthians mostraram o quanto está difícil para todos. A inconstância, irregularidade e desequilíbrio é uma tônica entre os clubes disputantes, com algumas raras exceções. Apenas o Fluminense preenche todos os requisitos acima.

Na partida entre Santos e Botafogo, viu-se de tudo quanto é mediocridade em matéria de futebol. Um verdadeiro festival de pixotadas. Até parecia festa junina de tantos balões. Usando um termo muito comum entre boleiros: “machucaram a bola”. Ambos fizeram de tudo para não ganhar, tanto que os goleiros pouco fizeram.

Luxemburgo, sequer saiu de sua toca durante os noventa minutos, não por causa da chuva, mas sim de vergonha do seu time. Apenas discordo do seu discurso final alegando que já encontrou o grupo formado. Fala a qual repudio e defino como ato de covardia.

Nós, na arquibancada, mal sabíamos o que fazer: ir embora ou ficar, aplaudir ou vaiar, enfim, era um desânimo total. Para nós santistas, salvo o que o futebol nos reserva pela sua ilógica, ficamos conscientes de que com esse time não iremos a lugar nenhum.

Chego a entender neste momento toda a tensão e palidez do nosso presidente que, apesar de todo esforço e gastança, até agora de nada serviu.

Abraços do Gigi

Adeus, amigos.

Já há algum tempo venho, de forma jocosa, me referindo ao falecimento de alguns craques amigos da várzea, dizendo sempre em suas histórias que a convocação foi feita em virtude do time celestial estar perdendo para o time dos capetas. Então o porquê da necessidade de reforçar a sua equipe. Só que desta vez... Oh, meu Deus! De baciada não! Perdi nestes últimos dias nada menos do que seis amigos. Poderia, ao citar a vida de cada um, preencher um bom número de laudas, mas prestarei apenas uma singela homenagem de suas lembranças.

(Clique aqui para ler a crônica completa)

10 de set de 2009

Brasil x Corinthians


A seleção brasileira deu um verdadeiro show de tática e técnica contra a seleção da Argentina. Espera aí, não foi o Corinthians? Depois explico. O Dunga, do qual confesso que não acreditava, consegue, mesmo sem estrelas, dar padrão de jogo e impor disciplina tática em campo. A Argentina deu pena pela falta de jogadores a altura de um passado repleto de excelentes jogadores e de uma garra invejável.

Para quem teve um Ramos Delgado, um Passarela e hoje vê jogar um Sebá e sei lá mais quem, é de doer.

Messi não resta a menor dúvida, é o único que faz a diferença, mas, no entanto, peca pela excessiva individualidade.

Agora, quanto ao meu engano... Vocês não iriam querer perder para uma seleção que conta em sua formação com nada menos do que três ex-corinthianos. É mole ??.

Abraços do Gigi

Viver de quê?

É indubitável que certos jogadores possuem peso e fazem a diferença num futebol de baixa qualidade técnica que os clubes brasileiros apresentam hoje em dia. Portanto, com a convocação para a seleção sub-20, o Santos Futebol Clube será o grande prejudicado tendo em vista ser o Paulo Henrique o jogador de maior expressão do time.
Na verdade, não há peça de reposição em todo o elenco. Devido a isso, Luxemburgo terá grandes dificuldades para chegar ao G4.
Mesmo porque, aqueles que supostamente poderiam substituí-lo, Madson e Robson, não reúnem a mínima condição técnica e nem sequer física para exercer tal função. A entrada de Neymar é o que resta, e talvez possa dar certo pelo fato de ter a oportunidade de mostrar um pouco mais do seu futebol.

Vários fatores também contribuem para que o time não tenha uma performance equilibrada, haja vista uma sucessão de falhas inconcebíveis em um futebol hoje tão moderno. O treinador de goleiros não se presta apenas para dar condição física, mas sim orientação tática e técnica.

Felipe, por enquanto, está mostrando apenas um excelente reflexo e se mostrando inseguro nas saídas do gol e rifando a bola quando da sua reposição.
Outro fato que preocupa e ao mesmo tempo nos revolta é a visível e notória falta de condicionamento físico do Kleber Pereira. Nesse caso, imagino se por ventura tivesse eu a responsabilidade de assinar o seu astronômico contracheque, como me portaria.

Enquanto outros times do brasileiro se preocupam e reforçam seus elencos, caso do Palmeiras com Wagner Love, Corinthians com De Federico, e ironicamente o Internacional com Fabiano Eller e Kleber, o Santos devido a sua folha de pagamento estar super valorizada e recheada de" cabeças de bagre", fica apenas olhando e chupando o dedo.

Por essas e por outras, vamos viver de quê?


Abraços do Gigi

20 de ago de 2009

Jogando a toalha

Sei que numa crise de fanatismo, apaixonados que somos pelo nosso time de futebol, acabamos sempre por exagerar em nossas manifestações. Mas, está ficando cada vez mais difícil assistir, vibrar, torcer e, principalmente, conviver com a falta de técnica e de tática existente entre todos os clubes brasileiros.

Alguns treinadores de hoje, sabedores que são dessa deficiência, apenas se armam na expectativa de uma falha de seu adversário que, com certeza absoluta, mais cedo ou mais tarde acontecerá. No jogo de ontem, entre Santos e Grêmio, ficou clara essa evidência por parte do Paulo Autuori, treinador do Grêmio. E olha que o Santos, através de seus defensores, deu um festival de pixotadas, e que por sorte não reverteram contra.

Quanto ao Luxemburgo, entendo perfeitamente quando ele olha para o banco de reservas e tem vontade de chorar, mas, no entanto, também errou naquilo que julgo ser elementar e básico nos treinamentos táticos. O Santos jogou os últimos dez minutos contra apenas dez jogadores do Grêmio em campo e, seu goleiro Felipe bateu nada menos do que dez tiros de meta, rifando a bola.

Só para deixar registrado: existe um lance que quando acontece, por parte de um bom jogador, eu até me arrepio. É quando ele, na pressão de um adversário, dá um bico para a lateral. É triste, e por essas e outras é que estou com vontade de jogar a toalha.

Abraços do Gigi

13 de ago de 2009

Filé de borboleta

Não tem jeito mesmo. Por mais que você se esforce para conviver em harmonia com o munda da bola, se torna cada vez mais difícil ou quase impossível aceitar determinadas declarações, daqueles que se dizem experts em futebol.

E o pior de tudo é que a imprensa, na maioria das vezes, ainda endossa ou se faz de boba para posteriormente criar uma celeuma, e obviamente vender mais notícias.

Como é sabido pelos mais entendidos, o maior mérito de um bom treinador está no seu potencial de agrupar, motivar e, principalmente, trabalhar a auto-estima do jogador de futebol que, geralmente, carece de personalidade. Portanto, as declarações de Luxemburgo e de Mano Menezes foram de uma infelicidade à toda prova. Ambos se deram por vencidos quanto aos seus objetivos finais. Um, desistindo do Brasileirão e, o outro, já esmorecendo quanto a Libertadores.

O Corinthians faz um “cavalo de batalha” pela perda de apenas dois jogadores. Um lateral e um volante. Até parece que perderam o Nilton Santos e o Zito. Ora bolas! Está mais do que provada a minha tese, de que prevalece o poder psicológico de manter o grupo firme e coeso, e não vir a público choramingar de que precisa de reposição imediata, desprestigiando todo seu elenco.

Times como o Avaí, Goiás e Grêmio Barueri, são testemunhas vivas desta afirmação. Sem nenhum figurão, de mãos dadas, encaram todos os grandes com suas estrelas, e só não chegarão lá se não tiverem cacife para enfrentarem as “barreiras” extra campo.

Quanto ao Santos, verdade seja dita. Dispõe apenas de dois jogadores de nível técnico acima do normal, em comparação com a categoria que temos hoje, são eles: “Filé de Borboleta e o Ganso”.

Um pequeno lembrete a estes dois derrotados e bem remunerados: sequer, chegamos ao término do primeiro turno.
Abraços do Gigi

Ele não existe

Não pensem que é uma afirmação ateísta. O sujeito a que me refiro, vocês já devem estar imaginando: é ele mesmo, o “Pé Murcho” – Kleber Pereira. Acredito, já próximo dos meus setentinha, ter visto toda uma gama de atacantes, e até mesmo jogado com muitos deles.
Mas, esse Kleber Pereira é algo totalmente inusitado para mim. Tem todas as características para ser um atleta perfeito: boa estatura, boa impulsão para cabeceio, bom desenvolvimento na condução da bola e, até mesmo em determinados momentos, relampejos de quem sabe.

E o mais interessante, apesar de todas as suas “patasquices”, ele, mesmo assim, é indispensável pela condição de ser um ponto de referência no ataque. Luxemburgo terá muito trabalho para fazê-lo voltar a ser artilheiro, embora reconheçamos que é um artilheiro de “araque” ou, como afirmei em crônicas anteriores, um artilheiro por acaso e não de fato.

Mesmo assim, ainda boto fé no Luxemburgo para colocá-lo no seu devido lugar. Muitos devem se perguntar: que lugar será este? Outros, ironicamente responderão: “é na Cochinchina”. Quem sabe ele por lá exista. Ah! Não se esqueçam que, ainda por cima, ele ganha um caminhão de dinheiro.

E esse Felipe Azevedo, de que planeta ele veio? No mínimo, é daqueles que devem barbarizar nos treinos.

Bem, meu caro “Xou o Dono”, bola alçada na área, ou para melhor entendimento, o chamado “chuveirinho”, tem que ser executado por quem tem habilidade em lançamentos, e não pelo “Duende”. Pelo menos nisso, o “Masca Chicletes” era expert.

Um bom conselho. Arrume logo esse quintal; faça logo a estréia do lateral contratado e deixe os meninos lá na frente, em paz.
Abraços do Gigi

Desmanche corintiano

A debandada geral é um “fenômeno” muito comum nos clubes de futebol de hoje, principalmente aqui no paraíso das “Republiquetas das Bananas”, onde os bananas somos nós. A má gestão dos dirigentes dos “pretensos” clubes empresas, as inúmeras interferências de empresários, patrocinadores, procuradores, agenciadores, enfim, um clã formado por esses intermediários que, além de deixarem os clubes em situações financeiras complicadas, os deixam também reféns de seus próprios atletas.
Em função disso, os chamados clubes grandes, na condição de emergentes que são, fazem verdadeiras loucuras para se manterem no pedestal da glória e dar satisfações aos seus associados, principalmente à chamada “torcida uniformizada”, que hoje merece um capítulo à parte pela violência em suas manifestações. Este sim é outro assunto que deveria ser estudado com muito carinho por todas as autoridades envolvidas com o esporte.
O acontecido recentemente com o Santos Futebol Clube no que concerne à contratação do Luxemburgo e a debandada no Corinthians, que, aliás, já estava previsto e com certeza o obrigará a fazer loucuras para se manter no topo, são provas cabais de insanidade administrativa.Espero que com tudo isto haja racionalidade e entendimento para que se possa atingir, em breve, a maturidade. Maturidade esta, que o futebol europeu já possui há um bom tempo.É aquela velha história, e ficamos sempre batendo na mesma tecla implorando “disciplina do ser humano”.
Abraços do Gigi

Lei Pelé - Erros e Acertos

Outro dia, participei do programa Radar Esportivo a convite do meu amigo Paulo Alberto, juntamente com outro amigo, Roberto Diz Torres, que por sinal foi um excelente jogador de futebol e dono de uma técnica invejável. Pelo visto ele continua o mesmo, embora capaz mostrou-se tecnocrata e prolixo. Falar e recitar sobre o que é certo e correto, ou mesmo interpretar uma lei no seu sentido mais amplo, tudo bem! Mas, comentar sobre sua aplicabilidade é o problema.

Portanto, o interessante dos temas abordados, quando polêmicos, se tornam mais autênticos quando da sua exposição na prática. O que se discute hoje em dia, em todos os âmbitos devido à síndrome da transparência, é o chamado “bastidores”. Por isso, a Lei Pelé no que diz respeito à transformação dos clubes de futebol em “empresas”, deixa muito a desejar exatamente por sua má aplicação e, no que se refere aos atletas profissionais, criou-se uma clã de intermediários que “alimentam” sobremaneira esse famigerado bastidores. Esse tema é o que realmente preocupa a todos associados de qualquer time de futebol.

Falar, delatar, expor ajudaria com certeza a uma fiscalização mais rígida por parte do conselho. Por sinal, fiscalizar é o grande impasse desse país.

É necessário que se faça alguma coisa para melhor conscientizar os nossos dirigentes sobre o entendimento da própria Lei Pelé. Pelo tempo decorrido e pelos problemas surgidos, acredito que já é tempo para uma readequação às novas práticas de conduta. Disciplina que salvaguardaria tanto os interesses dos clubes como dos atletas numa realidade mais justa.

Utópico ou não, na verdade algo tem que ser feito. Sei que no regime capitalista o dinheiro fala mais alto, mas acho que seria possível haver um controle mais racional desde que os homens se despojem de interesses escusos e se dediquem a causas mais justas e honestas.

O Grupo dos Treze teve a chance de disciplinar essa ganância ilógica dos treinadores, deixando de colocar na “geladeira” os dois pretendentes desses salários absurdos, que absolutamente nenhum outro clube de porte menor seria capaz de tal feito. Portanto, seria uma forma de racionalizar o problema.

Conclusão: a utopia está sim, na consciência daqueles que agem contra os princípios da ética e da moral.

Abraços do Gigi

15 de jul de 2009

E agora, o que falar ?

Atuação pra lá de medíocre foi a do Santos F.C., nesta tarde de “Domingos”.
Outro fato que ficou patente é o porquê que Fábio Costa deita e rola nos bastidores do clube. Falha é até perdoável, mas pixotada se torna a tônica da “Fera”, na pressão em busca de benefícios para si próprio.
Na verdade, há necessidade premente de se rever o plantel e buscar, além de tudo, um padrão de jogo. Com isso, aproveitam-se melhor os futuros talentos e compacta mais o grupo.
Sei que é fácil ditar regras e o quanto é difícil aplicá-las, mas controlar “climas” extra campo, acredito ser uma solução razoável para o controle e harmonia do plantel. Controle este, que se estenderia a todas as categorias de base no intuito de preservar o interesse do próprio clube.
Deveria sim, criar uma comissão com atuação específica, no que diz respeito aos interesses de preservação das chamadas “promessas” do futebol, no que entendemos por patrimônio, sem a interferência direta ou indireta de qualquer departamento ou mesmo da própria diretoria. Seria uma forma de isolar as tais “infiltrações”, que hoje tem muita influência nos bastidores do clube. Acho melhor eu parar, senão complico mais ainda.
Abraços do Gigi

4 de jul de 2009

Corinthians na vala comum


Pronto! Acabou-se o que era doce. É realmente um time complicado e estraga prazeres. E agora, o que faremos? A quem iremos gozar, daqui pra frente? E as milhares de pichações, piadas, gozações, vídeos, enfim, como abandonar um anedotário de tantos anos.
Será que eles têm consciência disso? Tanto fizeram que conseguiram chegar para disputar a tão almejada Libertadores, após os seus 98 anos de existência, pela terceira vez.
Pena que a Dercy Gonçalves, falecida recentemente, e apesar de ter visto quase tudo nos seus 103 anos, não tenha presenciado esta triste notícia: “O Corinthians na vala comum da elite do futebol mundial”.
Jamais pensei em ver isto nesta vida, mas vou ter que engolir e assistir a “massa” na Libertadores. E o que é mais triste de tudo é saber do que viverá, daqui em diante, o meu amigo Milton Neves. O que será do Cabeção que montou todo seu império à custa de suas gozações com os Gambás ?. Pobrezinho dele! Vai ter que arrumar outro “pato” para sobreviver.
Realmente foi uma brincadeira de mau gosto dessa nação corintiana. Alem do mais, perco as esperanças na busca do entendimento sobre a existência da “massa” através de toda a física.
Agora, o que nos resta é lamentar o acontecido e bola pra frente que atrás vem gente. Mas, no entanto, a esperança é a última que morre, portanto, por ora que se cuidem os BAMBIS.
Brincadeiras e ironias a parte, quero parabenizar o Timão pela conquista do tricampeonato. O Mano Menezes fez um belo trabalho demonstrando muita seriedade e capacidade junto aos jogadores, conseguindo superar o São Paulo F.C, time mais badalado até então.

Abraços do Gigi

25 de jun de 2009

A curiosa dispensa do " Masca Chiclete"

E agora, o que dizer do acontecido com aquele que é considerado o melhor técnico brasileiro?
Explicações esdrúxulas como essa, de que está desgastado perante o grupo, é uma saída simplesmente formal. Devido a isso, é que a dança dos técnicos se torna infinda.
Na verdade, são auto-suicidas no intuito de não revelar os verdadeiros fatos, e assim preservar a integridade daqueles que além de ganharem maiores salários, ainda saem da situação privilegiados. Coragem é o que falta a esses pretensos “comandantes” demissionários. Lamentavelmente, é assim que funciona o “sistema”.
Isto me faz crer que existe algo mais nos bastidores que não sabemos, apesar de inúmeras vezes ter vazado, ou melhor, haver suspeitas de conchavos entre jogadores e técnicos, quando não, até diretores envolvidos. E o mais estranho é que quase sempre o técnico é que dança. Não é curioso?
Abraços do Gigi

O quadrado Santos

Aquele que foi considerado no passado como o derby do século, hoje, lamentavelmente,não passa de um jogo medíocre. Para ilustrar melhor, eram decorridos apenas 35 minutos e o Santos já havia errado mais de 50 passes e concluído somente uma vez ao gol. Número dos mais absurdos para uma equipe que responde pelo melhor ataque do Brasileirão.

Quanto ao Botafogo que teve Nilton Santos, Garrincha, Amarildo, com certeza acabou chorando por Vitor, Tony e Lucio.
No time do Santos ninguém escapou do nível pior, inclusive Paulo Henrique que desta feita fez jus ao seu apelido de “Ganso”. E o “filho do piolho” ainda insiste no Molina como titular, na ressurreição de um Léo, Pará e Brum, então...sem comentários. Até o duende, o Puskas do Cabeção, se deu mal. Sei que essa minha impaciência irrita a muitos, mas ver o que eu já vi no passado e ter que assistir a isso...é fogo!
Acaba este primeiro sofrido tempo. Pelo menos, vou descansar e relaxar por quinze minutinhos. Recomeça, e somente aos quinze minutos do segundo tempo surge a primeira chance do Molina aparecer para a badalada mídia e, erra.
Em virtude disso, aguardo a mesmice de sempre: sai Molina entra Neymar, o que acontece logo em seguida. Mas, como todo o time vinha jogando mal, sai o primeiro gol do Botafogo que, apesar de um time limitado, fez por merecer. Perdendo, logo vem outra mesmice...entra Roni.
Ufa! Até que enfim acabou. Conseguimos perder, pra variar, para mais um lanterninha.
Abraços do Gigi

O futebol e suas proezas

É realmente curioso como, em tempos de crise, o futebol se destaca acima de tudo, ignorando por completo momentos de alta tensão e preocupação com o ambiente do trabalho.Isto tudo me ocorreu quando das transações, que julgo inconseqüentes e irreais, praticadas por ele de novo, Florentino Pérez, na ânsia de buscar outra vez um “Dream Time”, ou como chamavam na época de “Os galácticos”. Distorção esta, decorrente do próprio regime econômico.
Creio que, pelo momento em que vivemos, não tenha sido uma boa estratégia, haja vista que o mercado atual de jogadores diferenciados não condiz com o mercado de jogadores do passado. Pelo menos a esses que estão envolvidos nessa última negociação, e usando um termo chulo, afirmo que “não serviriam sequer para engraxar as chuteiras” daqueles.
Poderia citar dezenas de jogadores, não muito distantes, que se enquadrariam nesta minha afirmativa. Mas, no entanto, preservo em minha memória alguns de um passado remoto que sequer ganhavam o equivalente a um salário digno e que foram verdadeiros monstros do futebol como: Antoninho, Vasconcelos, Luizinho, etc, etc, etc.
Hoje, esses pressupostos “galácticos” são mais produtos fabricados pela mídia do que detentores de um real valor. Basta uma boa “roupagem” e o marketing está feito para atender as aventuras dos mais fanáticos. Ou, segundo meu amigo Bob Camis, isso não passa de um comércio paralelo do futebol.
Abraços do Gigi

3 de jun de 2009

Mancini...filho do piolho


Embora tenha saído como vencedor diante do Timão, o Santos mostrou-se acovardado perante um time que entrou em campo com todos os reservas. Se me lembro bem, o último jogo em que o Santos perdeu por 3x1, na Vila Belmiro para o time titular, teve uma atuação bastante superior, perdendo apenas por falhas individuais. Cometeu o mesmo erro da Copa Brasil, quando entrou em campo contra o CSA com um time misto, desnecessariamente, e agora contra o Corinthians repetiu a dose.

É necessário entender que para cada jogo existe uma receita própria. Portanto, se deixarmos de lado a velha superstição de que em time que esta ganhando não se mexe ou, como é comum entre os treinadores trocar seis por meia dúzia, estaremos perpetuando a tradicional “mandinga” no futebol. O acontecido nos faz pensar cada vez mais, que existe politicagem nos bastidores. Tem que jogar cicrano e beltrano, e estamos conversados.

E nós, incautos torcedores, temos que nos conformar, afinal, vencemos a partida. No entanto, para aquele grupo de torcedores excluídos da boa razão, o resultado não se mostrou convincente e acabaram apelando vergonhosamente.

Abraços do Gigi

26 de mai de 2009

Corrupção verde e amarela

Neste último domingo, li uma reportagem do meu amigo Vicente Cascione e ouso discordar e até mesmo contestar certos valores por ele afirmados. Primeiramente, discordo quando sai em defesa do Congresso, lugar onde mais se campeia a corrupção neste país. Contesto também o fato de que a “corrupção no Brasil é um problema cultural”, e de que nós já estamos acostumados a conviver e a praticar, inconscientemente, a considerada – por ele - ”corrupção branca”. Aliás, isto me faz lembrar do nosso presidente quando afirmou que o flagelo mundial advém do “homem branco de olhos azuis”.
Afinal, se esta corrupção do cotidiano é tão alva, quero me dar o prazer de colocar como pano de fundo do nosso Congresso a cor “negra”, porque de fato em sua terceira dimensão reluzem todas as cores do arco-íris.

A atuação de um Congresso é tão obscura e individualista que pelo pouco conhecimento de história que eu tenho, sei que em todas as mudanças, ou melhor, as “viradas de mesa” dos regimes políticos, o primeiro ato sempre é o fechamento do Congresso Nacional.
Por mais que eu queira entender esta tão ambicionada e “utópica” moralidade política, eu acabo me embananando. Se, como ele afirma, existe uma parte ética que tem escrúpulos, estes na verdade, embora tenham um desempenho louvável na formação de leis “decentes”, convivem com a grande maioria contrária aos bons princípios de certa forma harmoniosa, quase sem contestação, e quando surge um rompante desse escrúpulo logo vem um “cala boca”.
Outro fato curioso foi quando fez críticas de como nossas programações televisivas se dispersam nos seus noticiários, sem enfocar ou dar continuidade de forma mais instrutiva, ou mesmo no sentido de educar o povo. Agora sim falarei de um problema cultural: o fato de que o povo brasileiro tem preguiça de ler, o porquê defino de suma importância a educação audiovisual.
Para confirmar isto, leia a declaração estarrecedora do Deputado Sérgio Moraes (PTB-RS), onde afirma que por esse mau hábito o povo não toma conhecimento e acaba por elegê-los. Aliás, temos vários exemplos dessa prática.
No entanto, hoje acredito ficar um pouco mais complicado para esses péssimos políticos, devido a uma atuação mais explícita de nossos meios de comunicação. Mazelas e mais mazelas são reveladas a cada instante. Essa continuidade, sim, é extremamente importante divulgar e fazer cintilar essas “aureolas” de cumplicidade em toda sua opacidade.
Sei o quanto estou sendo ousado em contestar este que considero de uma inteligência que faz inveja a muitos literários, mas no fundo entendo seu esforço de manter viva a chama da decência no meio caótico da nossa política, pois pretende se candidatar a deputado federal nas próximas eleições.
Para encerrar, gostaria de lembrar a estes “Leonardos Da Vinci” e “Picassos” da política que muito desses gênios da pintura retrataram a imagem do nosso maior Redentor como um homem “branco”, e muitas vezes de “olhos azuis”.

Abraços do Gigi

Hoje, a cidade é dela

Não que eu esteja ficando um velho ranzinza, tolerante com a irracionalidade e, ainda mais partindo de minha pessoa, jamais me colocaria contra qualquer evento esportivo, mas “hoje a cidade é dela”.
Os transtornos decorrentes dos “10km Tribuna FM” já fazem parte de um calendário existente há bastante tempo, isto porque “hoje a cidade é dela”.
A bagunça toda já começa no dia que antecede a prova, distribuindo por toda parte cavaletes, grades, fitas de isolamento, enfim, toda uma parafernália de equipamentos para dar cobertura ao acontecimento.
Para qualquer movimento que se faça dentro deste perímetro, somos obrigados a mover pacientemente tais equipamentos, isto porque “hoje a cidade é dela”.
Quando é chegada a hora, aliás, às 7 horas da matina, o bicho começa a pegar com os testes de som a milhões de decibéis, mas ‘hoje a cidade é dela “. Logo em seguida, uma bateria de fogos que faz confundir a muitos com a chegada da tal ”mercadoria”, para deixar alerta Santos inteira, porque ‘hoje a cidade é dela” . E, finalmente, a partir das 9 horas ninguém mais cruza o percurso para lugar nenhum por um bom tempo, mas não se esqueça de que “hoje a cidade é dela”.
Portanto, fique alerta para os possíveis imprevistos como: enfarto, falta de oxigenação cerebral, falta de ar ou qualquer outro mal súbito neste momento. Tudo fica teoricamente proibido neste espaço de tempo, isto porque “hoje a cidade é dela”.
As rotinas decorrentes dessas míseras 4 horas estarão vivendo um autêntico inferno astral, mas, pensando bem, acho que estou ficando velho mesmo, talvez por medo de encarar um desses imprevistos, isto tudo porque “hoje a cidade é dela”.
Agora, neste exato momento, são 8 horas. Um conjunto de roqueiros alocados num arco suspenso dá sinais de que foram contratados não pelo repertório, mas sim pelo barulho que fazem, isto porque “hoje a cidade é dela”.
Apesar de toda a minha chatice e rabugice, na verdade ela merece tomar conta da cidade, neste único dia. Com todos os contratempos, não posso deixar de reconhecer o quanto tem sido importante como órgão de comunicação, sempre em busca da verdade para obter a credibilidade do povo santista.
Enfim, eu que me dane. Portanto, som na caixa porque “HOJE A CIDADE É DELA”.
Abraços do Gigi

A mulagem do PT

O Partido dos Trabalhadores dá um banho de como articular uma campanha eleitoral, como também de como governar um país que apresenta um dos maiores índices de corrupção no planeta. Inclusive, até a mídia considerada o “quarto poder” está em suas mãos.

Enquanto os intelectuais atacam Lula, o presidente em sua parvoíce toda, se esquecem das grandes cabeças pensantes do partido. Na surdina, elas agem nos bastidores comandando todo o encaminhamento político da nação, fazendo com que a maioria dos partidos e, principalmente, o maioral deles, o PMDB, “coma”em suas mãos.
E a mídia faz a parte dela promovendo o presidente cada vez mais na condição de um populismo exacerbado.
Na reunião do G-20, ele parece um bobo da corte, e considerado pelos mandatários das grandes nações como um “cara legal”, só. O reflexo desta consideração veremos daqui para frente. Sem negar, é claro, da exuberância em que o Brasil como país emergente sobrevive.
Eu defino como “mulagem” o fato de que, apesar de todas as mazelas praticadas na conduta da articulação, cada dia que passa se revela ainda mais toda a sujeira advinda de um passado, em que chafurda a maioria dos políticos brasileiros, onde se desmascara todos os poderes e nada acontece.Outro dia recebi um e-mail, do qual defini como genial, sobre um trabalho elaborado pelo jornal Diário do Comércio intitulado: “Museu da Corrupção”.
Parabens também a uma gama de excelentes cronistas “independentes” como Reinaldo Azevedo, Pompeu de Toledo e, em especial, o Arnaldo Jabor, este a quem já rasguei vários elogios sobre as suas crônicas, e hoje, mais velho e destemido, esbanja pela sua inteligência e irreverência uma capacidade soberba de julgamento.
Embora com todo esse escracho de nossos políticos, o que nos resta é apenas esperar as próximas eleições na esperança infinita de que o povo reaja a toda essa imundice.E, usando o linguajar popular, acredite se quiser: se ela não emplacar, é ele na fita de novo.

Abraços do Gigi

3 de mai de 2009

A doce amarga condição de ser vice

É duro, mas tenho que me render aos gambás. Já imaginava que seria uma missão impossível, tendo em vista os problemas acontecidos extra campo. Vários foram os fatores que contribuíram para que eles fossem campeões. Mas, dentre todos, acredito ter sido o marketing do Fenômeno o que mais pesou. E, com essa história toda, quem de fato saiu mais feliz foi a própria Confederação que, com certeza, terá casa cheia, ou melhor, cofres cheios para o Brasileirão.
Sorte não foi a de Mano, mas sim a de Luxemburgo e Muricy que, na verdade, não arcaram com o estrambótico, arrepiante, enervante, inaceitável, e mais “trocentos” adjetivos horripilantes, do título de vice-campeão.Sobre esta ótica isto quer dizer que, na verdade, quando se disputa uma final você, na condição de vice, é o DERROTADO. E acredite se quiser, terminaram invictos com 11 empates.
Um lembrete sobre esse menino Neymar, que foi crucificado mais pela falha do Kleber Pereira do que pelo seu próprio futebol. Tivesse o “Pé Murcho” feito o seu papel, ele com certeza estaria saindo dessa consagrado. Mas é uma bela promessa.
Dunga deve ter relembrado seus bons tempos de bola, ao assistir o Domingos...Seleção! - só o meu amigo Dorval, o Macalé, irá entender essa.No entanto, senti pelo menos um minuto de alegria. Mesmo com a vitória, não puderam por as mãos na taça... tava quente demais!

Abraços do Gigi

1 de mai de 2009

A síndrome dos 3x0 e 4x1

Havia reclamado sobre o que estaria acontecendo nos bastidores do clube para que houvesse essa repentina reviravolta no desempenho do elenco. Na verdade, dois jogadores tiveram influência direta nos acontecimentos, e o que parece é que estamos reféns deles. O goleiro reivindicou tudo o que tinha direito, e fez o que fez. O centro avante idem, e “não” fez o que “não” fez. É duro, às vezes, enfrentar a verdade, mas, lamentavelmente, ela tem que ser dita, custe o que custar.
Não aceito, em hipótese alguma, de que o Santos já foi longe demais. O futebol hoje no Brasil está nivelado, com raras exceções, muito por baixo, inclusive o futebol paulista. Para que sirva de fundamento a este raciocínio, tanto o Santos quanto o Corinthians desclassificaram das finais os dois melhores times do campeonato. Portanto, não aceito as desculpas de quem quer que seja, de que o vice-campeonato está muito bom.
O Mano padronizou uma tática e conseguiu patentear a retranca, no que se tornou o seu grande mérito, embora eu ache uma tática suicida. Já Mancini encorajou a renovação com muito sucesso e teve uma arrancada brilhante para a final.

Quero crer que essa síndrome da virada até que poderá acontecer, se forem esclarecidas as mazelas dos bastidores.
Outra vez a matemática me fustiga e proponho que seja utilizada uma fórmula quando da renovação contratual do centro avante: “para cada gol seu, se pagaria a importância de $50.000 e, na contra partida, ele devolveria aos cofres do clube apenas a bagatela de $20.000 a cada gol perdido”. No final da temporada, com certeza, ele estaria empenhando até os “brinquinhos”.
Abraços do Gigi

26 de abr de 2009

Santos F.C perde para si mesmo






Mano joga como time pequeno e sai vencendo, mais pela imensa categoria de Ronaldo do que por eficiência do seu time. O Santos na verdade perdeu para si mesmo, mostrando total inabilidade fazendo fluir um velho chavão: “quem não faz, toma”. Obviamente, dos pés daquele que considero o rei dos “Pés Murchos”: Kléber Pereira.


Outra vez, ele enterrou o time. Acintosa e deslavada displicência, que urge de uma investigação mais apurada por parte da diretoria. Bochicho é o que não falta, portanto, fica mais fácil a averiguação.

O torcedor tem por hábito sempre fazer comparações e, coincidentemente, hoje pela manhã, nas minhas andanças pela rua XV de Novembro (caldeirão dos corneteiros), várias hipóteses surgiram com relação ao Kléber Pereira, inclusive o nome do polêmico Rui Rei acabou vindo à tona.

Sei que tenho que acatar e respeitar certos esquemas táticos no futebol, mas, por mais que eu me esforce não consigo engolir a tal “retranca”. Ela, na verdade, está montada em cima do quesito “sorte”, embora saibamos que fazer gols em contra ataque é muito mais fácil. Sendo que, quem me cala devido ao quesito sorte ter prevalecido, é ele de novo, o “Pé Murcho”.

O “timão”, ou melhor, na mão do Mano parece mais um “timinho”, conseguiu a difícil tarefa de se manter invicto. Caso para reflexão pesadíssima dentro da psicologia, ou relembrar a minha velha busca para entender a “massa”. Portanto, passo a bola para o Cabeção, pois, perder para o “curintia” não é mole não.

Mas, que a verdade seja dita, perdemos de fato para este querido e maravilhoso Ronaldo, e não é a toa que leva o título de “fenômeno”.


Abraços do Gigi

25 de abr de 2009

Ele de novo...Kléber Pereira


É incrível como ele perde gol. Mediante isto, já o havia recomendado para o Guinness Book pelas bolas consecutivas chutadas na trave.Ele, de fato, é um autêntico “pé murcho”, como havia definido em uma crônica anterior, onde relacionei todos eles, Washington, Souza, etc. Quanto mais você precisa deles pronto: lá vem as caneladas, pixotadas, furadas, cabeçadas erradas e tudo mais.
Apenas para lembrar aqueles que os defendem alegando: “imaginem se eles fizessem todos os gols perdidos”, o Kleber Pereira tirou o Santos da Libertadores ano retrasado e do Campeonato Brasileiro do ano passado e, agora da Copa Brasil. O Washington tirou o Fluminense da Libertadores e o São Paulo das finais do Campeonato Paulista, e assim por diante com todos os demais “artilheiros por acaso”.
Hoje, contra o CSA, ele perdeu nada menos do que sete gols absolutos, isto quer dizer ele a bola e o goleiro. Mas, talvez seja uma tática para distrair os corintianos para domingo que vem. Pensando bem, acho que até foi bom porque serviu para corrigir um caminhão de erros. Mancini deveria ter saído com o time principal, ter garantido a vitória no primeiro tempo e depois poupada os elementos-chave para o jogo contra o Corinthians, mas como cada cabeça uma sentença vamos respeitar.
Ainda acredito que o Santos é favorito pelo diferencial dos moleques. Para mim, esta partida de hoje não quis dizer nada com relação ao clássico. Portanto, obedecendo ao dito popular “um raio não cai duas vezes no mesmo lugar”, Kleber Pereira não irá perder tantos gols de novo.E agora o CSA, cheio de dendê e pimenta de cheiro, com apenas dois chutes a gol durante noventa minutos, vai pra onde?

Abraços do Gigi

Coronel Marinho....Será Pilatos desta vez ?

Prato cheio para os árbitros. Caso tenham interesse em um ou outro resultado... Pronto, mais uma vez, eles é que estarão decidindo o título. Embora cometam um saco de erros acabam, como sempre, na impunidade, aliás, tônica nacional.
Essa minha choradeira antecipada me faz lembrar uma piada clássica do saudoso humorista José de Vasconcelos, quando a caminho de comprar um Cadillac por 60 milhões, durante o trajeto fica imaginando se por um acaso, ao realizar a compra, o dito carro não vier com o macaco, e assim que chega na loja entra vociferando contra o vendedor pela suposta falta do equipamento.
Se as finais fossem para o interior, seria mais fácil ainda a conduta das partidas ao seu bel prazer. Portanto, a sorte do campeão estará de novo no velho “par ou impar”.Final é final, ora bolas! Porque não zerar os cartões e fazer uma festa digna de suas torcidas, ambos com força máxima para deleite do público? Já que o interesse dos mandatários é sempre “grana”, porque não usar um pouco a “cuca”?
Quanto ao resultado do jogo, defino como uma simples conta de matemática, por exemplo:Ronaldo está para Kleber Pereira, como Douglas está para Paulo Henrique; Cristian para Madson e assim como Dentinho está para Neymar.... Mas, como Dentinho está suspenso, então!!!
Bom jogo.

Abraços do Gigi

Final "Feijão com Arroz"

Pensando bem, até que poderíamos intitular esta final de “fígado com jiló", ou mesmo, “churrasquinho de gato”, de tão inesperada que foi. O Corinthians prova definitivamente que não existe lógica nenhuma no futebol, tanto que chega a esta final, acredite se quiser, invicto.
O Santos, oscilando por todo o torneio com altos e baixos, conseguiu neste finalzinho de campeonato, devido ao encorajamento de lançar a molecada, um ritmo de ascensão impressionante. Neymar, Paulo Henrique e Madson (o novo Puskas – baixinho, gordinho e canhoto, segundo o Cabeção) podem fazer a diferença.
Portanto, se torna o favorito para esta final, embora a vantagem de jogar por dois resultados iguais pertença ao adversário.Fico cabreiro apenas pelo o que poderá acontecer se o lobby do Ronaldo Fenômeno e as chamadas “forças ocultas” resolverem tirar proveito da situação.Luxemburgo e Muricy pecaram naquilo que eu norteio como chave na conduta de um time: equilíbrio. O fator emocional, na verdade, foi quem derrotou os dois melhores times do campeonato.

Abraços do Gigi

18 de abr de 2009

Alberto Jorge Soares

Alberto Jorge Soares, nasceu em 31 de janeiro de 1937, na cidade de Buenos Aires - Argentina. Veio para o Brasil com apenas seis anos de idade. Hoje, é naturalizado brasileiro e residente na cidade de Santos, mas por ser argentino não escapou do apelido de “Gringo”.
Formado em Direito e Administração de Empresas, com noções de psicologia e poeta, é casado com Maria José C. Soares – Zezé - com quem tem o filho Alberto Jorge Soares Junior, hoje com 39 anos.

Santos 2 x 1 E.C Seneme

É incrível o poderio desses “bons” árbitros. À vista do leigo esbanjam categoria até mesmo no que diz respeito a FIFA. Mas, para nós boleiros, sabemos o quanto de habilidade têm para manipulação de um resultado. Portanto, ontem o Santos venceu, na verdade, estas que poderíamos chamar, relembrando um fato político de nossa história, de “forças ocultas” que imperam nos bastidores da bola, muitas vezes monitoradas pelo “trio de ferro”. Tanto que havia feito uma crônica no final do último campeonato brasileiro, ironizando as suas finais e colocando como finalistas do torneio os próprios árbitros: E.C. Senene, Kassiba A.C., etc...
Armando Marques e o meu amigo mosquito – Romualdo Arpi Filho - que o digam, pois quanto melhor e mais técnico for o árbitro, mais poder de “segurar” uma partida e conduzi-la ao seu bel prazer ele tem.
Mas deixemos de lado toda essa polêmica e vamos a um fato preponderante e inusitado deste jogo. Estava lá o Cabeção. Isso mesmo, o Milton Neves, considerado o maior “pé frio” e, ainda por cima de sandálias havaianas compradas na barraca da tia Benta, na feira de Mandacaru. Não sei se foi por simpatia ou não, mas fez lembrar o velho Lula e sua mandingas.Pelo visto, acho bom o “asa quebrada” repetir a dose no jogo de retorno, com sua “mandingosa sandalinha” e não esquecer de mandar enterrar um sapo lá pelas hostes do Parque Antártica. E, coitado do Luxemburgo, vai ter “trabalho” dobrado.
Abraços do Gigi

1 de abr de 2009

Devoção a um ídolo

O chororô do Milton Neves, neste último domingo, em defesa do Pelé, me tocou profundamente. Esta mesma devoção acredito deva ter atingido a muitos fãs deste que é considerado um ídolo mundial.

Exagero ou não, concordo em gênero, número e grau com toda a sua dissertiva a respeito dele, que esteve em sua companhia quando da visita ao Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba. Pelé com seu espírito humanista é padrinho e colaborador do hospital que, além de cuidar de crianças com câncer, faz pesquisas em busca da cura de doenças graves. Derramar elogios a este que conquistou milhões de corações em todo o planeta é como se diz na gíria: “chover no molhado”.

Portanto, quero parabenizar este cronista, jornalista, radialista e hoje, homem da televisão pela sua brilhante oratória. Também, não posso deixar de congratular-me com sua pessoa através do maravilhoso trabalho de historiador esportivo que exerce em substituição a dois grandes nomes do passado: Thomas Mazzoni e Adriano Neiva da Motta e Silva – De Vaney.

Uma vida inteira dedicada ao esporte e sempre com muito sucesso. Chegou aonde chegou por mérito exclusivo de seu trabalho.Pensando bem... É difícil acreditar que com o tamanho da sua cabeça, ela não tenha batido no chão. Talvez, por isso, tenha se sensibilizado nas 24 horas que passou ao lado do Rei... VALEU CABEÇÃO.


Abraços do Gigi

28 de mar de 2009

João Aurélio Pona - Ponão

João Aurélio Pona, o Ponão, foi um grande desportista e um lateral vigoroso e destemido. Este era o que mais dava segurança aos seus atacantes e o que mais arrepiava os adversários. Não acariciava ninguém e botava pra quebrar até mesmo nos treinos. Valente como ele só. Foi artífice de inúmeras passagens hilárias com os pontas esquerdas que enfrentava, de tal maneira que muitos acabavam por treinar a perna direita só para mudar de lado.

Nós, os duros!


Parodiando este que hoje acredito ser a voz mais direta do nosso povo, embora seja dita sob uma literatura sofisticada, mas mesmo assim compreensível até pelo mais humilde, é ele Arnaldo Jabor. Obviamente, referiu-se a nós, os “duros”, em sua última crônica sobre o corte de diretores do Senado para redução de despesas, de forma irônica e irreverente. Mas, não vou me alongar sobre este tema que já virou “carne de vaca” na boca da mídia e sim, me manifestar a respeito de uma citação proferida por Martin Luther King: “O que mais me preocupa não é o grito dos maus. E sim o silêncio dos bons”. (ler na íntegra)

Ronaldo, o fenômeno da mídia


A imprensa anda extasiada com o retorno de Ronaldo Nazario, tanto que sequer dá bola para fatos interessantes do dia a dia do nosso futebol.Dois casos, que na minha ótica deveriam merecer a atenção de toda a crônica esportiva, e, no entanto, passaram despercebidos por toda a mídia. Um deles aconteceu na última partida entre o Santos e São Paulo, quando o jogador Washington esnobou o árbitro Seneme, fazendo-o de gato e sapato e que originou a crônica "O Mico do Ano".

O outro, ainda mais estranho e inusitado, ocorreu na partida do Santos contra o Oeste, onde o primeiro tempo terminou com apenas 5 faltas.
Se buscarmos uma estatística, com certeza esta poderia ser incluída no Guiness Book, o que significa que ambas as equipes não ofereceram risco algum . Portanto, imaginem o nível.Na minha última crônica "Paraíso dos "Cabeças de Bagre", onde afirmei que o futebol sul americano deixa muito a desejar, talvez seja esta a razão pela qual Ronaldo irá deitar e rolar (não literalmente).

Devido a isso, chego a acreditar que a jogada de marketing foi de ambos os lados, tanto do Corínthians quanto dele.Este, pela fragilidade do nosso futebol, talvez consiga se destacar para a mídia internacional e, quem sabe, ainda abiscoitar outro contrato milionário.Afinal, são coisas do futebol, este infindável e misterioso mundo dos bastidores.

Abraços do Gigi

9 de mar de 2009

Paraíso dos "Cabeças de Bagre"

Assisti, a princípio, com um sorriso largo a volta deste que considero depois de Pelé um ídolo de respeito. Infelizmente, o Fenômeno mostrou tudo o que sabe no auge de sua carreira somente para os gringos e, excepcionalmente, para nós através da seleção brasileira.“Mea-culpa” em duvidar do seu retorno para o futebol. (leia mais clicando aqui)

3 de mar de 2009

Craques do Passado

Perdi a virgindade !

No último clássico entre Santos e São Paulo, Muricy,“o masca chiclete", menosprezava e estava convicto de que ganharia a partida a qualquer instante. Infelizmente, Léo esta lá, debaixo da trave, Jorge Vagner não acertava um cruzamento sequer, e Washington "Pé Murcho” encenava uma novela de mocinho e bandido com Dagoberto. Enfim, todos acreditavam que venceriam o jogo. (leia mais clicando aqui)

Mico do ano

Por diversas vezes tenho me referido ao famoso Trio de Ferro que comanda a F.P.F. Em uma das minhas últimas crônicas a respeito , havia encerrado da seguinte forma: “será que eles (árbitros) são mal intencionados ou são ruins mesmo?”.

24 de fev de 2009

Um caos chamado Pelé


Este título com certeza deve estar assustando a quem o lê. Mas, para tudo existe uma explicação. Outro dia estava conversando, pra variar, com uma dupla da antiga: os irmãos José e Jair Espinosa (foto), dois grandes atletas do passado, naquele cantinho da saudade na praça Mauá. Além disso, tenho guardado em minha memória muitos feitos daqueles maravilhosos jogadores com quem eles conviveram no passado, tanto no futebol como no voleibol e o basquete.

A volta do Trio de Ferro


Já por muitas vezes contei sobre os velhos tempos e as peripécias do chamado “Trio de Ferro” que deitava e rolava dentro da Federação Paulista de Futebol. Até que passados todos estes anos, eis que ressurge das cinzas e volta a comandar de novo.São Paulo, Palmeiras e Corinthians neste paulistão estão à vontade e protegidos pelo apito amigo nos supostos enganos de arbitragem. (continuar lendo......)

Maracujá de gaveta


Se você quiser continuar a ler, tudo bem! Pois o assunto não é futebol e sim sobre política. É aquela “cosquinha” que me dá de vez em quando diante de tantas adversidades, aberrações e indignidades acontecidas ante um panorama que considero ultrapitoresco, assim como um show circense. A velha história do blá,blá,blá dos políticos. Poderia narrar aqui inúmeros fatos acontecidos que menosprezam a nossa capacidade intelectiva.

9 de fev de 2009

Discos em Frankfurt - 1960

Leia a coluna do querido Pepe - o Canhão da Vila - clicando aqui

3 de fev de 2009

A sina do "Pé Murcho"

Santos e São Paulo estão fadados a amargar o azar do “Pé Murcho”. Explico: o Pelé fez 1300 gols, o Romário 1000, o Zico, Roberto Dinamite, Pepe, Pagão, Coutinho, Tostão, Dadá Maravilha, enfim poderia preencher toda uma lauda para completar uma gama de autênticos artilheiros e afirmo com toda categoria que..... (clique aqui para continuar)

Trio Machunenê mais entrosado


O trio Machunenê - Márcio, Chulapa e Nenê - mostram, a cada jogo que passa, mais entrosamento do que a própria equipe de futebol. Isto porque, já assimilaram os problemas técnicos de cada elemento do elenco. Clique aqui para continuar

Kaká ... uma história atual

Muito tem se falado a respeito de uma possível transação milionária do jogador Kaká para um time que tem apenas o “capricho” de um mega investidor, dono de poços de petróleo na Arábia Saudita. E o mais triste é o que a imprensa vem dizendo. (ler a crônica completa)

21 de jan de 2009

Nova coluna do site do Santos FC

A partir do mês de janeiro, o site oficial do Santos Futebol Clube terá um novo colunista. Carlos Alberto Mano Prieto (foto), mais conhecido como Gigi, escreverá a coluna “Craques do Passado”.

Ler a matéria clicando aqui