26 de abr de 2009

Santos F.C perde para si mesmo






Mano joga como time pequeno e sai vencendo, mais pela imensa categoria de Ronaldo do que por eficiência do seu time. O Santos na verdade perdeu para si mesmo, mostrando total inabilidade fazendo fluir um velho chavão: “quem não faz, toma”. Obviamente, dos pés daquele que considero o rei dos “Pés Murchos”: Kléber Pereira.


Outra vez, ele enterrou o time. Acintosa e deslavada displicência, que urge de uma investigação mais apurada por parte da diretoria. Bochicho é o que não falta, portanto, fica mais fácil a averiguação.

O torcedor tem por hábito sempre fazer comparações e, coincidentemente, hoje pela manhã, nas minhas andanças pela rua XV de Novembro (caldeirão dos corneteiros), várias hipóteses surgiram com relação ao Kléber Pereira, inclusive o nome do polêmico Rui Rei acabou vindo à tona.

Sei que tenho que acatar e respeitar certos esquemas táticos no futebol, mas, por mais que eu me esforce não consigo engolir a tal “retranca”. Ela, na verdade, está montada em cima do quesito “sorte”, embora saibamos que fazer gols em contra ataque é muito mais fácil. Sendo que, quem me cala devido ao quesito sorte ter prevalecido, é ele de novo, o “Pé Murcho”.

O “timão”, ou melhor, na mão do Mano parece mais um “timinho”, conseguiu a difícil tarefa de se manter invicto. Caso para reflexão pesadíssima dentro da psicologia, ou relembrar a minha velha busca para entender a “massa”. Portanto, passo a bola para o Cabeção, pois, perder para o “curintia” não é mole não.

Mas, que a verdade seja dita, perdemos de fato para este querido e maravilhoso Ronaldo, e não é a toa que leva o título de “fenômeno”.


Abraços do Gigi

25 de abr de 2009

Ele de novo...Kléber Pereira


É incrível como ele perde gol. Mediante isto, já o havia recomendado para o Guinness Book pelas bolas consecutivas chutadas na trave.Ele, de fato, é um autêntico “pé murcho”, como havia definido em uma crônica anterior, onde relacionei todos eles, Washington, Souza, etc. Quanto mais você precisa deles pronto: lá vem as caneladas, pixotadas, furadas, cabeçadas erradas e tudo mais.
Apenas para lembrar aqueles que os defendem alegando: “imaginem se eles fizessem todos os gols perdidos”, o Kleber Pereira tirou o Santos da Libertadores ano retrasado e do Campeonato Brasileiro do ano passado e, agora da Copa Brasil. O Washington tirou o Fluminense da Libertadores e o São Paulo das finais do Campeonato Paulista, e assim por diante com todos os demais “artilheiros por acaso”.
Hoje, contra o CSA, ele perdeu nada menos do que sete gols absolutos, isto quer dizer ele a bola e o goleiro. Mas, talvez seja uma tática para distrair os corintianos para domingo que vem. Pensando bem, acho que até foi bom porque serviu para corrigir um caminhão de erros. Mancini deveria ter saído com o time principal, ter garantido a vitória no primeiro tempo e depois poupada os elementos-chave para o jogo contra o Corinthians, mas como cada cabeça uma sentença vamos respeitar.
Ainda acredito que o Santos é favorito pelo diferencial dos moleques. Para mim, esta partida de hoje não quis dizer nada com relação ao clássico. Portanto, obedecendo ao dito popular “um raio não cai duas vezes no mesmo lugar”, Kleber Pereira não irá perder tantos gols de novo.E agora o CSA, cheio de dendê e pimenta de cheiro, com apenas dois chutes a gol durante noventa minutos, vai pra onde?

Abraços do Gigi

Coronel Marinho....Será Pilatos desta vez ?

Prato cheio para os árbitros. Caso tenham interesse em um ou outro resultado... Pronto, mais uma vez, eles é que estarão decidindo o título. Embora cometam um saco de erros acabam, como sempre, na impunidade, aliás, tônica nacional.
Essa minha choradeira antecipada me faz lembrar uma piada clássica do saudoso humorista José de Vasconcelos, quando a caminho de comprar um Cadillac por 60 milhões, durante o trajeto fica imaginando se por um acaso, ao realizar a compra, o dito carro não vier com o macaco, e assim que chega na loja entra vociferando contra o vendedor pela suposta falta do equipamento.
Se as finais fossem para o interior, seria mais fácil ainda a conduta das partidas ao seu bel prazer. Portanto, a sorte do campeão estará de novo no velho “par ou impar”.Final é final, ora bolas! Porque não zerar os cartões e fazer uma festa digna de suas torcidas, ambos com força máxima para deleite do público? Já que o interesse dos mandatários é sempre “grana”, porque não usar um pouco a “cuca”?
Quanto ao resultado do jogo, defino como uma simples conta de matemática, por exemplo:Ronaldo está para Kleber Pereira, como Douglas está para Paulo Henrique; Cristian para Madson e assim como Dentinho está para Neymar.... Mas, como Dentinho está suspenso, então!!!
Bom jogo.

Abraços do Gigi

Final "Feijão com Arroz"

Pensando bem, até que poderíamos intitular esta final de “fígado com jiló", ou mesmo, “churrasquinho de gato”, de tão inesperada que foi. O Corinthians prova definitivamente que não existe lógica nenhuma no futebol, tanto que chega a esta final, acredite se quiser, invicto.
O Santos, oscilando por todo o torneio com altos e baixos, conseguiu neste finalzinho de campeonato, devido ao encorajamento de lançar a molecada, um ritmo de ascensão impressionante. Neymar, Paulo Henrique e Madson (o novo Puskas – baixinho, gordinho e canhoto, segundo o Cabeção) podem fazer a diferença.
Portanto, se torna o favorito para esta final, embora a vantagem de jogar por dois resultados iguais pertença ao adversário.Fico cabreiro apenas pelo o que poderá acontecer se o lobby do Ronaldo Fenômeno e as chamadas “forças ocultas” resolverem tirar proveito da situação.Luxemburgo e Muricy pecaram naquilo que eu norteio como chave na conduta de um time: equilíbrio. O fator emocional, na verdade, foi quem derrotou os dois melhores times do campeonato.

Abraços do Gigi

18 de abr de 2009

Alberto Jorge Soares

Alberto Jorge Soares, nasceu em 31 de janeiro de 1937, na cidade de Buenos Aires - Argentina. Veio para o Brasil com apenas seis anos de idade. Hoje, é naturalizado brasileiro e residente na cidade de Santos, mas por ser argentino não escapou do apelido de “Gringo”.
Formado em Direito e Administração de Empresas, com noções de psicologia e poeta, é casado com Maria José C. Soares – Zezé - com quem tem o filho Alberto Jorge Soares Junior, hoje com 39 anos.

Santos 2 x 1 E.C Seneme

É incrível o poderio desses “bons” árbitros. À vista do leigo esbanjam categoria até mesmo no que diz respeito a FIFA. Mas, para nós boleiros, sabemos o quanto de habilidade têm para manipulação de um resultado. Portanto, ontem o Santos venceu, na verdade, estas que poderíamos chamar, relembrando um fato político de nossa história, de “forças ocultas” que imperam nos bastidores da bola, muitas vezes monitoradas pelo “trio de ferro”. Tanto que havia feito uma crônica no final do último campeonato brasileiro, ironizando as suas finais e colocando como finalistas do torneio os próprios árbitros: E.C. Senene, Kassiba A.C., etc...
Armando Marques e o meu amigo mosquito – Romualdo Arpi Filho - que o digam, pois quanto melhor e mais técnico for o árbitro, mais poder de “segurar” uma partida e conduzi-la ao seu bel prazer ele tem.
Mas deixemos de lado toda essa polêmica e vamos a um fato preponderante e inusitado deste jogo. Estava lá o Cabeção. Isso mesmo, o Milton Neves, considerado o maior “pé frio” e, ainda por cima de sandálias havaianas compradas na barraca da tia Benta, na feira de Mandacaru. Não sei se foi por simpatia ou não, mas fez lembrar o velho Lula e sua mandingas.Pelo visto, acho bom o “asa quebrada” repetir a dose no jogo de retorno, com sua “mandingosa sandalinha” e não esquecer de mandar enterrar um sapo lá pelas hostes do Parque Antártica. E, coitado do Luxemburgo, vai ter “trabalho” dobrado.
Abraços do Gigi

1 de abr de 2009

Devoção a um ídolo

O chororô do Milton Neves, neste último domingo, em defesa do Pelé, me tocou profundamente. Esta mesma devoção acredito deva ter atingido a muitos fãs deste que é considerado um ídolo mundial.

Exagero ou não, concordo em gênero, número e grau com toda a sua dissertiva a respeito dele, que esteve em sua companhia quando da visita ao Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba. Pelé com seu espírito humanista é padrinho e colaborador do hospital que, além de cuidar de crianças com câncer, faz pesquisas em busca da cura de doenças graves. Derramar elogios a este que conquistou milhões de corações em todo o planeta é como se diz na gíria: “chover no molhado”.

Portanto, quero parabenizar este cronista, jornalista, radialista e hoje, homem da televisão pela sua brilhante oratória. Também, não posso deixar de congratular-me com sua pessoa através do maravilhoso trabalho de historiador esportivo que exerce em substituição a dois grandes nomes do passado: Thomas Mazzoni e Adriano Neiva da Motta e Silva – De Vaney.

Uma vida inteira dedicada ao esporte e sempre com muito sucesso. Chegou aonde chegou por mérito exclusivo de seu trabalho.Pensando bem... É difícil acreditar que com o tamanho da sua cabeça, ela não tenha batido no chão. Talvez, por isso, tenha se sensibilizado nas 24 horas que passou ao lado do Rei... VALEU CABEÇÃO.


Abraços do Gigi