25 de jun de 2009

A curiosa dispensa do " Masca Chiclete"

E agora, o que dizer do acontecido com aquele que é considerado o melhor técnico brasileiro?
Explicações esdrúxulas como essa, de que está desgastado perante o grupo, é uma saída simplesmente formal. Devido a isso, é que a dança dos técnicos se torna infinda.
Na verdade, são auto-suicidas no intuito de não revelar os verdadeiros fatos, e assim preservar a integridade daqueles que além de ganharem maiores salários, ainda saem da situação privilegiados. Coragem é o que falta a esses pretensos “comandantes” demissionários. Lamentavelmente, é assim que funciona o “sistema”.
Isto me faz crer que existe algo mais nos bastidores que não sabemos, apesar de inúmeras vezes ter vazado, ou melhor, haver suspeitas de conchavos entre jogadores e técnicos, quando não, até diretores envolvidos. E o mais estranho é que quase sempre o técnico é que dança. Não é curioso?
Abraços do Gigi

O quadrado Santos

Aquele que foi considerado no passado como o derby do século, hoje, lamentavelmente,não passa de um jogo medíocre. Para ilustrar melhor, eram decorridos apenas 35 minutos e o Santos já havia errado mais de 50 passes e concluído somente uma vez ao gol. Número dos mais absurdos para uma equipe que responde pelo melhor ataque do Brasileirão.

Quanto ao Botafogo que teve Nilton Santos, Garrincha, Amarildo, com certeza acabou chorando por Vitor, Tony e Lucio.
No time do Santos ninguém escapou do nível pior, inclusive Paulo Henrique que desta feita fez jus ao seu apelido de “Ganso”. E o “filho do piolho” ainda insiste no Molina como titular, na ressurreição de um Léo, Pará e Brum, então...sem comentários. Até o duende, o Puskas do Cabeção, se deu mal. Sei que essa minha impaciência irrita a muitos, mas ver o que eu já vi no passado e ter que assistir a isso...é fogo!
Acaba este primeiro sofrido tempo. Pelo menos, vou descansar e relaxar por quinze minutinhos. Recomeça, e somente aos quinze minutos do segundo tempo surge a primeira chance do Molina aparecer para a badalada mídia e, erra.
Em virtude disso, aguardo a mesmice de sempre: sai Molina entra Neymar, o que acontece logo em seguida. Mas, como todo o time vinha jogando mal, sai o primeiro gol do Botafogo que, apesar de um time limitado, fez por merecer. Perdendo, logo vem outra mesmice...entra Roni.
Ufa! Até que enfim acabou. Conseguimos perder, pra variar, para mais um lanterninha.
Abraços do Gigi

O futebol e suas proezas

É realmente curioso como, em tempos de crise, o futebol se destaca acima de tudo, ignorando por completo momentos de alta tensão e preocupação com o ambiente do trabalho.Isto tudo me ocorreu quando das transações, que julgo inconseqüentes e irreais, praticadas por ele de novo, Florentino Pérez, na ânsia de buscar outra vez um “Dream Time”, ou como chamavam na época de “Os galácticos”. Distorção esta, decorrente do próprio regime econômico.
Creio que, pelo momento em que vivemos, não tenha sido uma boa estratégia, haja vista que o mercado atual de jogadores diferenciados não condiz com o mercado de jogadores do passado. Pelo menos a esses que estão envolvidos nessa última negociação, e usando um termo chulo, afirmo que “não serviriam sequer para engraxar as chuteiras” daqueles.
Poderia citar dezenas de jogadores, não muito distantes, que se enquadrariam nesta minha afirmativa. Mas, no entanto, preservo em minha memória alguns de um passado remoto que sequer ganhavam o equivalente a um salário digno e que foram verdadeiros monstros do futebol como: Antoninho, Vasconcelos, Luizinho, etc, etc, etc.
Hoje, esses pressupostos “galácticos” são mais produtos fabricados pela mídia do que detentores de um real valor. Basta uma boa “roupagem” e o marketing está feito para atender as aventuras dos mais fanáticos. Ou, segundo meu amigo Bob Camis, isso não passa de um comércio paralelo do futebol.
Abraços do Gigi

3 de jun de 2009

Mancini...filho do piolho


Embora tenha saído como vencedor diante do Timão, o Santos mostrou-se acovardado perante um time que entrou em campo com todos os reservas. Se me lembro bem, o último jogo em que o Santos perdeu por 3x1, na Vila Belmiro para o time titular, teve uma atuação bastante superior, perdendo apenas por falhas individuais. Cometeu o mesmo erro da Copa Brasil, quando entrou em campo contra o CSA com um time misto, desnecessariamente, e agora contra o Corinthians repetiu a dose.

É necessário entender que para cada jogo existe uma receita própria. Portanto, se deixarmos de lado a velha superstição de que em time que esta ganhando não se mexe ou, como é comum entre os treinadores trocar seis por meia dúzia, estaremos perpetuando a tradicional “mandinga” no futebol. O acontecido nos faz pensar cada vez mais, que existe politicagem nos bastidores. Tem que jogar cicrano e beltrano, e estamos conversados.

E nós, incautos torcedores, temos que nos conformar, afinal, vencemos a partida. No entanto, para aquele grupo de torcedores excluídos da boa razão, o resultado não se mostrou convincente e acabaram apelando vergonhosamente.

Abraços do Gigi