13 de ago. de 2009

Ele não existe

Não pensem que é uma afirmação ateísta. O sujeito a que me refiro, vocês já devem estar imaginando: é ele mesmo, o “Pé Murcho” – Kleber Pereira. Acredito, já próximo dos meus setentinha, ter visto toda uma gama de atacantes, e até mesmo jogado com muitos deles.
Mas, esse Kleber Pereira é algo totalmente inusitado para mim. Tem todas as características para ser um atleta perfeito: boa estatura, boa impulsão para cabeceio, bom desenvolvimento na condução da bola e, até mesmo em determinados momentos, relampejos de quem sabe.

E o mais interessante, apesar de todas as suas “patasquices”, ele, mesmo assim, é indispensável pela condição de ser um ponto de referência no ataque. Luxemburgo terá muito trabalho para fazê-lo voltar a ser artilheiro, embora reconheçamos que é um artilheiro de “araque” ou, como afirmei em crônicas anteriores, um artilheiro por acaso e não de fato.

Mesmo assim, ainda boto fé no Luxemburgo para colocá-lo no seu devido lugar. Muitos devem se perguntar: que lugar será este? Outros, ironicamente responderão: “é na Cochinchina”. Quem sabe ele por lá exista. Ah! Não se esqueçam que, ainda por cima, ele ganha um caminhão de dinheiro.

E esse Felipe Azevedo, de que planeta ele veio? No mínimo, é daqueles que devem barbarizar nos treinos.

Bem, meu caro “Xou o Dono”, bola alçada na área, ou para melhor entendimento, o chamado “chuveirinho”, tem que ser executado por quem tem habilidade em lançamentos, e não pelo “Duende”. Pelo menos nisso, o “Masca Chicletes” era expert.

Um bom conselho. Arrume logo esse quintal; faça logo a estréia do lateral contratado e deixe os meninos lá na frente, em paz.
Abraços do Gigi

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