14 de dez de 2009

Futebol, a dança do diabo


Sei que é plágio, pois o título é do livro de um grande jogador e amigo do passado chamado Francisco José Sarno, lateral que jogou no Palmeiras e no Santos e terminou como um autêntico técnico das Arábias, a quem faço neste ato a minha reverência. Hoje, Sarno amarga a perseguição deste alemão chato, o tal de Alzheimer que vive fustigando a nós, os velhinhos.

Pois bem, seu livro editado nos anos 70, narra fatos sobre os bastidores do mundo do futebol que nada foge aos dias de hoje. A grande realidade é que ainda hoje persistem os desmandos por ele delatados num passado não muito remoto, mas apenas com nova roupagem. Vestes estas que no presente com mais bordados, miçangas, lantejoulas, enfim todos os aparatos de gala,só que revestidos de muito “ouro”.

Ufa!! Que alívio...


Com certeza, deve ter sido o suspiro do Marcelo Teixeira quando do resultado das urnas.

Chega! Marcelo já não agüentava mais ter que enfrentar as tresloucadas aventuras do Luxemburgo, ser refém do Fábio Costa, carregar o peso em ouro de um Fabão, tourear as manhas de um Hitler, ter que responder a cada final de mês a uma folha de pagamento das mais altas de qualquer outro clube brasileiro, e ainda por cima driblar a mais árdua tarefa advinda do assédio de procuradores, empresários, grupos de investidores, enfim aquela horda criada pela Lei Pelé, a qual me referi quando da minha crônica “Mea culpa coletiva”.



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Os vendilhões de final de campeonato


Isto me faz lembrar quando se aproxima as eleições de qualquer câmara parlamentar, onde os chamados pelegos se ouriçam às portas dos partidos para ganharem um troco se candidatando a uma, é claro, ilógica e irreal vaga com o único interesse de somar votos para a legenda. São os chamados “rabos de chapa”.

E, infelizmente, acontece quase o mesmo quando um campeonato de futebol chega a sua reta final. Portanto, aqueles clubes que não chegarão a lugar algum, aguardam ansiosamente as tão requisitadas “malas coloridas”, para levantarem uma graninha extra, ou até mesmo para salvaguardar uma provável situação financeira caótica.

Esta situação ficou notória nas duas últimas partidas entre do Goiás, contra o Flamengo e o São Paulo, que por sinal possui um ótimo elenco, tanto que permaneceu todo o primeiro turno no G-4 e, coincidentemente ou não (leia mais aqui)