1 de mar. de 2010

Copa da malandragem

Não é despeito pela derrota do meu time, o Santos F.C, para o São Paulo nesta final da Copinha, mas cabe uma observação bastante meticulosa não só por esse jogo, como também por todos os demais realizados, onde se viu, lamentavelmente, prevalecer o odiado por nós brasileiros do chamado futebol força.
Força esta não coibida pelos árbitros, que, aliás, deixaram muito a desejar em todo decorrer do torneio.

Afinal, eles precisam entender, de uma vez por todas, que eles são educadores e, principalmente, disciplinadores destes jogadores que estão em fase de formação. No entanto, acabam permitindo a truculência e a malandragem.

Se houvesse mais honestidade e eficiência no seu aprendizado, com certeza, teríamos uma geração futebolística com mais homens de respeito do que simplesmente jogadores de futebol.

O que mais se viu nesta Copa São Paulo foi cotovelada, carrinho maldoso e muita manha no intuito de cavar falta, enfim uma série de práticas do ante-jogo.

O que deixa transparecer é que eles, os árbitros, é que estão se aprimorando na “malandragem” do apito.

As imagens do segundo tempo da partida mostraram nitidamente a má intenção do árbitro, permitindo que o São Paulo usasse e abusasse do jogo truculento, distribuindo pontapés por todo lado, e alguns até sem bola. Tanto que chegou a irritar o treinador Narciso, que no seu desabafo acabou por desestabilizar o time na disputa dos pênaltis.

Não quero com isso desmerecer alguns destaques do time do São Paulo como o Marcelinho e Ranoeli, mas, infelizmente, prevaleceu a malandragem do seu técnico na condução dos menos habilidosos.

Abraços do Gigi

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