12 de jul. de 2010

Uma final européia

Estranho, coincidência ou não, uma final européia entre duas seleções que nunca foram campeãs.

Qual entendido de bola não afirmou com toda convicção que a Alemanha seria imbatível pelo o que ela estava jogando, tanto que diziam ao bom som de que estava havendo uma inversão na forma de atuar: eles jogando à la sul americanos, e nós brasileiros à la europeu.

Mas, infelizmente eles voltaram às origens e aplicaram uma formação bisonha e exageradamente defensiva contra a Espanha, que inegavelmente mostrou nesta copa ser a seleção com o melhor conjunto.

No entanto, segundo meu amigo Cabeção, agora quem volta às origens sou eu na minha desconfiança de anta. A Holanda tenta pela quarta vez a conquista do seu primeiro título mundial... Será? A Espanha, quem sabe, já teve o seu mérito de chegar pela primeira vez em uma final.

O árbitro escolhido foi o inglês Howard Webb considerado um dos melhores do mundo, e é aí que a porca torce o rabo, pois vem de encontro com a minha teoria de que quanto melhor o árbitro mais poder tem de manipulação e condução de uma partida ao seu bel prazer. Vamos ter que ver para crer.

Portanto, dúvida é o que não falta:

- Por que a Alemanha jogou contra a Espanha totalmente diferente do que vinha jogando?

- Por que o Brasil entrou apático e acovardado no segundo tempo contra a Holanda?

- Por que as grandes vedetes desta copa não honraram a sua presença, e sequer se empenharam para tal.

Enfim, outras dúvidas aconteceram e que me deixaram encafifado, a tal ponto de obedecer a uma clássica jurídica: in dubio pro reo.

Abraços do Gigi


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