25 de out de 2010

Mens sana in corpore sano

A situação agrava-se, cada vez mais, e não vejo nenhuma instituição que rege o nosso futebol tomar qualquer providência.

A necessidade premente de um trabalho de conscientização terá que ser regida pela força de um movimento que poderia chamar-se de “MORALIDADE JÁ”.

Essa desordem de conduta por parte de dirigentes, jogadores e torcedores criou uma nova ordem de reféns. Os diretores por inabilidade acabam sendo reféns não só dos jogadores considerados semideuses, como também, absurdamente, dos chefes de torcida que os intimidam a toda hora. E, finalmente, as maiores vítimas acabam sendo sempre os treinadores.

Quanto a esses considerados verdadeiros nababos da (leia mais clicando aqui)

Umbral do Zico

Tema super intrigante onde os novos ídolos deveriam seguir à risca os dogmas da história universal. O seu recolhimento em tempo hábil, para não se expor à vida dos comuns, seria uma alternativa sábia.

Veja o exemplo de quantos ídolos não entenderam este recado e acabaram submergindo na lama da inglória. Seria como fazer um estágio no limbo ainda em vida para a posteriori ser batizado e ingressar no rol da fama, usufruindo de todos os prazeres que o sucesso pode oferecer.

Faço essa referência pelo acontecido com o nosso Galinho de Quintino – o Zico, ídolo incontestável do Clube de Regatas do Flamengo e do futebol brasileiro.

Concordei plenamente com Milton Neves quando se referiu a ele no sentido de que Zico já havia superado a fase de estágio, e, portanto, estava apto a galgar posições mais honrosas, dignas da sua condição de ídolo da maior torcida do futebol brasileiro e quiçá do mundo.

Sei o quanto é difícil lidar com essa posição, haja vista, os inúmeros escorregões que muitos figurões ainda hoje deslizam na calçada da fama.

Acredito ter ele suportado toda provação ao enfrentar, no sentido figurado, o umbral do futebol, isto quer dizer, aquilo que venho combatendo há muitos anos e cada vez me sinto mais enojado, os malditos bastidores da bola, hoje infiltrado por capetas dos mais variados.

Por fim, imagino o que o Galinho deve ter passado tendo que se dispor ao ar sufocante e viciado de um clima bastante hostil.

Agora, passado o pior, creio que Zico está preparado para desenvolver o seu verdadeiro papel de um dos ídolos mais queridos deste país.

Abraços do Gigi

A escolha de Sofia

Parodiando o tema, acho que seria precipitado por parte do Santos F.C. mandar também para a câmara de gás o único que lhe restou. Sou radicalmente contra a busca de um figurão (entenda-se um treinador caro), quando a solução caseira, a esta altura do campeonato, seria o mais racional e lógico, tendo em vista um grupo já formado e com suas estrelas bem definidas.

Me nego terminantemente a aceitar chavões como: “precisamos contratar um técnico com experiência em Libertadores”. Sobre esta ótica, os clubes europeus que disputam várias copas quantos treinadores teriam que ter?

Deixo a pergunta no ar, o que difere uma copa de outra? Portanto, como o Santos F.C. tem o privilégio de ser formador de talentos, basta alguém de bom trato e disciplinador, mesmo porque, grande parte do elenco advêm das categorias de base.

Considero estranha essa necessidade urgente que tem os diretores dos clubes considerados grandes na reposição de seu treinador. Agindo desta forma acabam super (leia mais aqui)

Como Pilatos, lavo as minhas mãos

Um milhão de pessoas por este mundo afora devem, neste exato momento, estar versando a respeito do caso acontecido com o Neymar.

Alguns, como sempre, mais incomodados com a sua existência, com certeza serão mais ríspidos e contundentes, como foi o caso do treinador Renê Simões que obviamente saiu em defesa de seu colega de profissão, o Dorival.

Mas, o verdadeiro problema já vem se arrastando desde os seus doze anos de idade, quando já ganhava um salário de dar inveja a qualquer trabalhador humilde.

Portanto, pela ótica do psicológico, criou-se um paradigma com relação a sua educação, deixando um enigma: “quem ficou dependente de quem?”

Realmente é um caso raro e de grande complexidade que deveria ter um enfoque mais profundo a fim de procurar saber o que se passa na cabeça desse menino, para então se buscar uma forma de condicionamento ou tratam (leia mais aqui)

Pimenta nos olhos dos outros é refresco

Só que desta feita, em vez de pimenta como o acontecido com o treinador Leão, em 2002, foi cacetada que a polícia deu no jogador Marquinhos, do Santos F.C.

De fato, estas partidas disputadas no “exterior” ficam complicadas, tanto no norte quanto no sul, devido estar a milhares de quilômetros distantes, o que nos faz sentir que somos pessoas estranhas, isto porque sempre demonstram uma vontade louca e embutida de sua tão almejada independência.

É muito estranho o comportamento da polícia que está ali para conter os ânimos e não para agredir, mesmo porque não havia nenhum tumulto, apenas o reclame do jogador Neymar, que mais uma vez virou saco de pancadas com a anuência do fraco árbitro de futebol, senhor Heber Lopes.

Acho que o que falta para ele é uma peruca, não sei! Se eu não me engano o marcador, ou melhor, o “batedor”, se é que posso colocar no singular, do menino, sequer foi amarelado. Portanto, esse carequinha está com (leia mais aqui)

A saga corinthiana

Venho de há muito na busca incessante do entendimento desse frenesi que a MASSA tem pelo time do Esporte Clube Corinthians Paulista. Até ironizei por diversas vezes comparando ao estudo feito pelo inglês Higgs sobre a origem do átomo, e propondo àquela ocasião que eles deveriam fazer o teste do Big Bang, no Parque São Jorge. Aí sim, definiríamos, de uma vez por todas, a origem da MASSA.

Por outras vezes, cheguei até a investigar através de estudo social para entendê-la, e cada vez me complicando mais. Se, de fato, recorrermos no seu íntimo, veremos que existem, na verdade, “n” parâmetros que poderíamos associar à idéia do porque desse fanatismo; uma delas seria “mulher de malandro gosta de apanhar”, “pobre, mas feliz”, enfim, citaríamos uma gama de clichês.

Lutaram e muito durante este seu centenário na conquista do galardão máximo que qualquer time de futebol almeja, e finalmente conseguiram. Não importa aqui a forma como foi produzida, o que vale é que hoje ostentam com orgulho o título de Campeões do Mundo. Esta, de fato, é a sua saga. Portanto, gabam-se ao se igualarem a santistas, são-paulinos, flamenguistas, gremistas e colorados.

Por todo o cartel de vitórias e títulos conquistados durante estes cem anos, contribuíram inúmeros craques, desde a sua fundação, em 1910. Somente em 1913 é que participou do campeonato oficial, que por sinal teve um início brilhante, sendo campeão invicto em 1914 e 1916, (não disputou em 1915), sendo notório o fato que só veio a perder uma partida de futebol, pela primeira vez, no ano de 1917. Nesta década, teve como seu astro maior e inscrito no panteão do Parque São Jorge, o jogador NECO (Manoel Nunes).

Na década de 30, não poderia deixar de citar outra estrela, TELECO (leia mais aqui)

Chupa, neném !

Expressão chula, mas que vem de encontro com o meu parecer a respeito dos invejosos e despeitados, pela forma e fama que este menino Neymar vem conquistando através da sua irreverente maneira de jogar futebol.

Não adianta a maioria da mídia se sobrepor à realidade dos fatos de que ele é diferenciado e ao mesmo tempo provocativo. Vocês mesmos, com o intuito de desestabilizá-lo, vão ter que engolir o garoto queira ou não.

Precisamos entender que este é o único jeito de ele responder às ameaças e agressões que sofre dentro de campo, por não ter físico adequado para enfrentar os trogloditas.

Isto me faz lembrar Pelé. Não que eu esteja comparando o seu futebol com o dele, pois o dele se assemelha, embora mais inteligente, ao de Garrincha. Mas, Pelé (leia mais aqui)

Aviso aos navegantes

Título que lembra uma chanchada clássica da Atlântida, mas que aqui tem outro significado, o de que o Santos F.C. entra na briga com os EUA e o Iraque e se prepara para enriquecer o urânio com intuito de fabricar a sua bomba atômica na defesa do seu jogador Neymar. Pretende também comprar um porta-aviões, um encouraçado, enfim, todo tipo de armamento pesado para protegê-lo daqueles “infelizes da bola”, ou os chamados jogadores truculentos (denominação advinda dos Pampas).

Pedir complacência eu sei que é utopia, mas, botar a boca no trombone é mais do que justo.

Lamentável foi a infeliz declaração do treinador Antonio Lopes, querendo reverter o espírito da coisa. Pobre Lopes! Mandou baixar o sarrafo no moleque. Sendo o que foi, não resta a menor dúvida do porque mandar usar da truculência.

Por outro lado, a mídia toda com a sua baba pegajosa adverte, de forma maliciosa, insidiosa e inconseqüente, e acaba incentivando a sua caça.

Ora! Porque não contratamos o crime organizado e numa emboscada acabamos de vez com esta tortura e sofrimento de vê-lo brincar e se deliciar fazendo gozação dentro de campo. Ai dele se estivesse sob o regime dos Aiatolás, com certeza estaria sem os dois pés, ou enterrado até (continue lendo aqui)

O terceiro pecado capital

Até parece uma coincidência, já que trato aqui do caso de sua majestade, o todo poderoso chefão dos são-paulinos, que em sua soberba (segundo os preceitos da mística Carta de São Paulo quando definiu os Sete Pecados Capitais) acaba de provocar algo que realmente afronta o bom senso.

E, conseqüentemente, por mais uma vez tiro o chapéu para o presidente do Esporte Clube Corinthians Paulista ,que segue à risca a cartilha do seu marqueteiro.

Se o assunto não reunisse dois dos mais fortes personagens do esporte, certamente tal fato seria matéria requentada, mas o anúncio da parceria entre uma construtora paulista e o Corinthians trás a tona algo que desperta interesse e melhor reflexão.

A gestão do presidente corintiano estando à frente da comitiva na Copa do Mundo, foi oportuna e conveniente. Na verdade, estava no lugar certo e na hora (leia mais aqui) 

Operação Macgyver

Talvez Tom Cruise, de Missão Impossível, fique com ciúmes por ter escolhido o MacGyver nessa operação de alto risco. O difícil é saber qual a engenhoca que será utilizada por ele para se sair a contento desta empreitada.

Um ato de ousadia que merece dois enfoques. No primeiro momento seria uma atitude simples de caixa para suprir as dificuldades, ou melhor, tapar o buraco ou ainda, atender às necessidades financeiras de uma folha astronômica. Na contrapartida dessa decisão teria a obrigatoriedade de uma reposição imediata. A que custo? Tomemos por exemplo o caso do Deivid, no Flamengo. Portanto, partindo dessa premissa talvez valha a segunda hipótese a seguir.

Quanto à preservação e valorização do patrimônio, como de fato aconteceu, devemos atrelar a um trabalho de marketing interno para competir com o europeu. Operação das mais difíceis, tendo em vista o protecionismo e interesse do futebol europeu em preservar o seu próprio merc...(leia mais aqui)

Nem de graça

Já estava com saudades de me manifestar politicamente traindo a minha própria consciência. Essa cosquinha sempre me dá as vésperas de qualquer eleição. É tanta asneira que faz aguçar a minha mente. Esta então está cheia de soberbas, que merece uma atenção especial.

Para presidência, apesar da oposição se esgoelar pelos quatros cantos na revelação de trocentas artimanhas do governo e do caráter individual dos personagens, não consegue se projetar no cenário político nacional, inclusive despencando em todas as prévias. A interpretação... (leia mais aqui)

O treinador nosso de cada dia

Acredito que hoje a grande maioria dos treinadores obedece a uma máxima de Shakespeare na sua filosofia do ser e estar. Muitos trabalham num mercado inseguro, incerto e, de certa forma, injusto com alguns. Isto quer dizer que grande parte deles estão técnicos e, de fato, não correspondendo com a sua condição de ser.

Defino sob minha ótica a situação dos mais badalados como:

Felipão: com discurso desagregador e com aquela arrogância que é peculiar ao sulino. Embora tenha convivido esse tempo todo na Europa, continua o mesmo.

Luxemburgo: Considerado por alguns da mídia como bom estrategista, ainda peca pelos seus “affairs” familiares. Despenca na tabela do Brasileirão, dirigindo o Atlético de MG, e correndo o risco do descenso. Até que seria um bom castigo.

Muricy: Bom disciplinador. Em contrapartida tira leite de pedra do time do Fluminense. Mesmo assim, com chance de disputar o título. Na verdade, mais por ele mesmo do que pelo próprio time.

Leão: Mesmo tendo rodado bastante, não consegue sair do nada desde quando revelou os Meninos da Vila, em 2002.

Silas: Provando do próprio veneno, já sofre o primeiro revés após ser dispensado pelo Grêmio. Embora iniciante, ainda com muita chance de assumir outro time grande pelo bom desempenho que tem apresentado até hoje.

Celso Roth: Até agora teve apenas o mérito de escalar o Robinho e o Diego, no Santos FC, em 2002. Mesmo rotulado como treinador com prazo de validade, pois não consegue concluir nenhuma temporada por clube nenhum desde 99, no entanto, com grande chance de entrar para o rol dos bons treinadores. Iisso se conseguir o título de campeão da Libertadores pelo Internacional.

Mano Menezes: Na condição de “Já que não tem tu, vai tu mesmo”, saiu-se bem no seu primeiro teste na Seleção Brasileira vencendo um jogo amistoso, mas, com um desempenho surpreendente. Foi inteligente e atendeu a um pedido geral usando de uma prerrogativa que faz lembrar os grandes treinadores do passado, em que atuavam mais fora de campo aplicando a filosofia do agregador e da psicologia motivacional delegando aos craques do time, o comando dentro de campo. Para isso, usou um chavão dos lobos antigos como Lula e Feola, em que distribuíam as camisas com uma humilde afirmação “Entrem em campo e joguem o que sabem”.

Abraços do Gigi


Santos não engole o sapo

O Santos conseguiu vencer um adversário e fechar a boca do sapo, segundo as tradições da boa terrinha, pois mandinga não deve ter faltado.

O time alvinegro ainda mostra-se inseguro quanto à maturidade como time dos sonhos. Indiscutivelmente dentro de casa torna-se quase imbatível, já fora de suas hostes é bastante vacilante.

Se pegarmos o retrospecto da Copa Brasil, veremos que perdeu quase todas as partidas fora de casa. Isto prova toda sua ineficiência quanto ao esquema tático aplicado no campo do adversário. Este alerta já vem sendo dado por toda a mídia esportiva, do quanto (continue lendo aqui)

Bad Boys da Vila

Parece estar difícil ter o controle dessa molecada. Eles têm que saber honrar o nome que representam e não se exporem de forma infantil e ridícula perante a mídia. Para ela, como tenho me manifestado em diversas vezes, é um prato cheio como dizemos na gíria. Eles, na verdade, vivem disso, pois fofoca é a matéria prima da boa vendagem.
Só vocês, verdadeiros moleques, e porque não, babacas, que não se apercebem disso. Onde estão os educadores, psicólogos, procuradores, empresários, enfim uma gama de interesseiros que sequer estão atentos aos seus deveres e obrigações, e não conscientizam suas “fontes de renda”, do quanto negro poderá ser o futuro deles caso não atentem ao juízo.

Esses meninos precisam entender de uma vez por todas que a glória e a fama não serão conquistadas com apenas um título, e que toda essa dinheirama....(leia mais aqui)

Confraria da corneta

Santos dá sopa para o azar, embora tenha mostrado em campo ser um time tecnicamente superior, acabou não revelando todo o seu poderio no placar, o qual poderia ter sido bem mais amplo. Preciosismo e alguma displicência caracterizaram a atuação de alguns jogadores, traduzindo-se em excessivo desperdício de gols.
Falar hoje do Paulo Henrique Ganso é, como se diz na gíria, chover no molhado, pois não há um periódico sequer que não deita elogios ao futebol que esse menino vem jogando. E eu que cheguei a ver os monstros sagrados do passado como......(leia mais clicando aqui)






Procura-se um treinador


CBF faz verdadeiro suspense e decisão nos causa estranheza.

Fica no ar: Por que Muricy Ramalho recusou o convite? Assunto que ficará nos bastidores, e nós, os eternos panacas ficaremos lambendo a “interrogação”.

Veja o quanto é difícil saber o que se passa na cabeça da cúpula do nosso futebol.
Ou estamos imaginando e floreando demais esta notícia ou pode ter sido uma pura e simples recusa do escolhido. Mas, como macaca velha que sou, não consigo aceitar o simplismo dessa decisão. Portanto, há “algo de podre no reino da Dinamarca”.

A priori, quando do convite ao “Masca Chiclete” - é como o trato em minhas crônicas por ter o hábito de mascar chicletes -, Muricy Ramalho me pareceu uma feliz escolha pelo seu espírito dedicado e trabalhador, além de bom revelador de craques, mas com um temperamento e um gênio nada agradável. Já até me sentia com um “banquinho” nas mãos a espera de sua entrevista.

Pelo meu lado corneteiro e de anta que sou por acreditar em conspiração, segundo o Cabeção, desacredito da incompatibilidade sobre o aspecto político (leia mais aqui)

Santos despenca ladeira abaixo

Sem vontade, sem equilíbrio e, principalmente, sem comando dentro e fora de campo, o Santos F.C. é derrotado de forma bisonha. Dorival Junior, na verdade, perdeu o pulso no comando da equipe. Foi bastante perceptível o desânimo de alguns jogadores, em especial o Wesley, além dos limitados como Maranhão, Marcel e Zezinho.

O Atlético mostrou apenas disposição e nada mais, e percebendo que o time do Santos não queria nada, partiu para cima e ganhou com méritos de sobra.
Kassiba voltou com a corda toda de sempre e "apadrinhou"o Atlético vestindo a camisa 13, porque a camisa 12 a torcida a vestiu com gala.

Mas, não vamos derramar lágrimas tentando buscar uma desculpa diante de uma atuação medíocre dos jogadores do Santos, refletida no segundo gol do Atlético de forma ridícula.

Um lembrete para Dorival Junior: o time do Santos não pega um rebote sequer, isto mostra mau posicionamento, portanto, obrigação de sua parte.

O Atlético, me parece, jogava sob uma promessa de um “café da manhã” reforçado pelo tanto que seus jogadores correram, fazendo uma partida de vida ou morte.

Como fã que sou do futebol arte, não poderia deixar de reconhecer e tirar o chapéu para o craque Paulo Bayer, que comandou a vitória de seu time.

Abraços do Gigi

Cara de palhaço

Faço esse comentário isento de imparcialidade, tendo em vista minha paixão não só pelo Santos F.C. como pelo futebol arte.
Sinto-me derrotado pelo “sistema”, esse maldito sistema que nos rege passo a passo.

Tanto fizeram que conseguiram tirar o brilho e a alegria de jogar do menino Neymar, e nem sequer o sorriso, o elemento ar da alegria, vemos estampado em seu rosto.

Certo está o meu estimado amigo Carlos Roberto Ferreira Cabral, mais conhecido como Cabralzinho, técnico altamente qualificado, que tem em seu julgamento perfeita análise desses pretensos semideuses do futebol.


Tenho afirmado por várias vezes da necessidade do preparo psicológico, não somente dos jogadores em formação, mas principalmente dos maus ....(leia mais aqui)

Bang Bang no futebol paulista

O título assusta, mas refere-se pura e simplesmente ao fato da Sociedade Esportiva Palmeiras ter contratado um Xerifão para técnico. Todos sabem o quanto sou acético a treinadores de futebol, principalmente aqueles rotulados, como é o caso de Felipe Scolari, conhecido como o Xerifão.

Tivemos um exemplo clássico muito recente em que Dunga, com a mesma conotação acabou dando um vexame na última Copa do Mundo e acabou fazendo a proeza de rebaixar a nossa seleção no ranking da FIFA. Concluindo que, não será com esta política que o Palmeiras irá escapar da má situação em que se encontra.
O que aconteceu, na verdade, foi que o Palmeiras contratou a imagem que o Felipão tem (lá fora, diga-se de passagem), para encobrir seus atos falhos como se desfazer de dois jogadores que hoje fazem a diferença aqui no nosso futebol – Diego Souza e Cleyton Xavier – que dificilmente terão reposição a altura.
Quanto a ele, Felipão, só se deu bem em Portugal, isto porque o seu dialeto “gru, gru, gru” foi bem aceito pelos amigos da “terrinha”.

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