25 de out de 2010

A escolha de Sofia

Parodiando o tema, acho que seria precipitado por parte do Santos F.C. mandar também para a câmara de gás o único que lhe restou. Sou radicalmente contra a busca de um figurão (entenda-se um treinador caro), quando a solução caseira, a esta altura do campeonato, seria o mais racional e lógico, tendo em vista um grupo já formado e com suas estrelas bem definidas.

Me nego terminantemente a aceitar chavões como: “precisamos contratar um técnico com experiência em Libertadores”. Sobre esta ótica, os clubes europeus que disputam várias copas quantos treinadores teriam que ter?

Deixo a pergunta no ar, o que difere uma copa de outra? Portanto, como o Santos F.C. tem o privilégio de ser formador de talentos, basta alguém de bom trato e disciplinador, mesmo porque, grande parte do elenco advêm das categorias de base.

Considero estranha essa necessidade urgente que tem os diretores dos clubes considerados grandes na reposição de seu treinador. Agindo desta forma acabam super (leia mais aqui)

Nenhum comentário: