25 de out de 2010

Mens sana in corpore sano

A situação agrava-se, cada vez mais, e não vejo nenhuma instituição que rege o nosso futebol tomar qualquer providência.

A necessidade premente de um trabalho de conscientização terá que ser regida pela força de um movimento que poderia chamar-se de “MORALIDADE JÁ”.

Essa desordem de conduta por parte de dirigentes, jogadores e torcedores criou uma nova ordem de reféns. Os diretores por inabilidade acabam sendo reféns não só dos jogadores considerados semideuses, como também, absurdamente, dos chefes de torcida que os intimidam a toda hora. E, finalmente, as maiores vítimas acabam sendo sempre os treinadores.

Quanto a esses considerados verdadeiros nababos da (leia mais clicando aqui)

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