25 de out de 2010

A saga corinthiana

Venho de há muito na busca incessante do entendimento desse frenesi que a MASSA tem pelo time do Esporte Clube Corinthians Paulista. Até ironizei por diversas vezes comparando ao estudo feito pelo inglês Higgs sobre a origem do átomo, e propondo àquela ocasião que eles deveriam fazer o teste do Big Bang, no Parque São Jorge. Aí sim, definiríamos, de uma vez por todas, a origem da MASSA.

Por outras vezes, cheguei até a investigar através de estudo social para entendê-la, e cada vez me complicando mais. Se, de fato, recorrermos no seu íntimo, veremos que existem, na verdade, “n” parâmetros que poderíamos associar à idéia do porque desse fanatismo; uma delas seria “mulher de malandro gosta de apanhar”, “pobre, mas feliz”, enfim, citaríamos uma gama de clichês.

Lutaram e muito durante este seu centenário na conquista do galardão máximo que qualquer time de futebol almeja, e finalmente conseguiram. Não importa aqui a forma como foi produzida, o que vale é que hoje ostentam com orgulho o título de Campeões do Mundo. Esta, de fato, é a sua saga. Portanto, gabam-se ao se igualarem a santistas, são-paulinos, flamenguistas, gremistas e colorados.

Por todo o cartel de vitórias e títulos conquistados durante estes cem anos, contribuíram inúmeros craques, desde a sua fundação, em 1910. Somente em 1913 é que participou do campeonato oficial, que por sinal teve um início brilhante, sendo campeão invicto em 1914 e 1916, (não disputou em 1915), sendo notório o fato que só veio a perder uma partida de futebol, pela primeira vez, no ano de 1917. Nesta década, teve como seu astro maior e inscrito no panteão do Parque São Jorge, o jogador NECO (Manoel Nunes).

Na década de 30, não poderia deixar de citar outra estrela, TELECO (leia mais aqui)

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